A Liturgia da Quinta Feira Santa
está centrada na última ceia de
Jesus com os apóstolos, durante
a qual ele instituiu a Eucaristia, lavou os pés dos apóstolos e lhes entregou o seu testamento de amor.
É o Evangelho de São João que narra esses momentos de maneira mais intensa, mas o narram também os outros três evangelistas e o próprio São Paulo, conforme lemos hoje na 2ª. leitura da Missa.
É o Evangelho de São João que narra esses momentos de maneira mais intensa, mas o narram também os outros três evangelistas e o próprio São Paulo, conforme lemos hoje na 2ª. leitura da Missa.
Boa parte
da vida da Igreja tem sua origem
nesses momentos derradeiros de
Jesus com seus apóstolos.
Depois de instituir a Eucaristia,
Jesus recomenda: “fazei isto em
memória de mim”. São Paulo traz essa mesma recomendação de Jesus (1Cor 11,24-
25).
Na última ceia, Jesus antecipou no rito da ceia pascal judaica
aquilo que aconteceria, de fato,
no dia seguinte, na sua paixão e
morte na cruz. O pão partido e entregue aos apóstolos, bem como o
cálice com vinho, passado a eles,
são o sinal e sacramento do seu
corpo esmagado pelo sofrimento
e entregue à morte, e do seu sangue derramado em sacrifício pela
humanidade. Em uma palavra, da
sua pessoa, que se entregava inteiramente por nós, por amor.
Ilustração Lavapés |
2. És o Senhor, tu és o Mestre os
meus pés não lavarás! O que ora faço
não sabes, mas depois compreenderás. Se eu vosso Mestre e Senhor
vossos pés hoje lavei, lavai os pés uns
dos outros! Eis a lição que vos dei.
3. Eis como irão reconhecer-vos como
discípulos meus, se vos amais uns aos
outros disse Jesus para os seus. Dou-vos Novo Mandamento. Deixo, ao
partir, nova Lei: “que vos ameis uns
aos outros assim como eu vos amei!”
4. Vou para o Pai, mas volto logo, comigo vos levarei. Mestre qual é o caminho para chegar onde ireis? Sou o
Caminho, a Verdade, a vida plena vos
dei; permanecendo em mim sempre,
amando como eu amei.