terça-feira, 30 de agosto de 2016

VOCAÇÃO À VIDA RELIGIOSA




Jesus estabeleceu com alguns de seus discípulos, convidando-os a colocarem sua existência ao serviço do Reino, deixando tudo e imitando mais de perto a sua forma de vida. A origem da vida consagrada está, pois, no seguimento de Jesus Cristo a partir da profissão pública dos conselhos evangélicos. A referência vital e apostólica são os carismas de fundação. Sua função consiste em dar testemunho de santidade e do radicalismo das bem-aventuranças. Exige-se dos consagrados total disponibilidade e testemunho de vida, levando a todos o valor da vocação cristã. São sinais visíveis do absoluto de Deus através do sinal de Jesus Cristo histórico pobre, casto e obediente.


“À imitação de Jesus, os que Deus chama a seu seguimento são consagrados e enviados ao mundo para continuar-lhe a missão. Antes bem, a própria vida consagrada, sob a ação do Espírito Santo, faz-se missão. Quanto mais os consagrados se deixam conformar com Cristo, tanto mais O tornam presente e operante na história para a salvação dos homens. Abertos às necessidades do mundo na perspectiva de Deus, olham para um futuro com sabor de ressurreição, dispostos a seguir o exemplo de Cristo, que veio entre nós para dar a vida, e vida em abundância." (cfr. Jo 10, 10)

O zelo pela instauração do Reino de Deus e pela salvação dos irmãos vem assim a constituir a melhor prova de uma doação autenticamente vivida pelas pessoas consagradas. Eis porque cada uma de suas tentativas de renovação traduz-se num novo impulso para a missão evangelizadora. Aprendem a escolher com o auxílio de uma formação permanente, caracterizada por intensas experiências espirituais que levam a decisões corajosas.

Os votos, [pobreza, castidade e Obediência] com os quais os consagrados se comprometem a viver os conselhos evangélicos, conferem toda a sua radicalidade à resposta de amor.

A virgindade (castidade) dilata o coração à medida do coração de Cristo e faz capaz de amar como Ele amou.

A pobreza liberta da escravidão das coisas e necessidades artificiais às quais impele a sociedade de consumo, e faz que se redescubra a Cristo, único tesouro pelo qual vale realmente a pena viver.

A obediência põe a vida inteiramente em suas mãos para que Ele a realize segundo o desígnio de Deus e dela faça uma verdadeira obra prima. Urge a coragem de um seguimento generoso e alegre”. 

PARTIR DE CRISTO - 
um renovado compromisso da vida consagrada
no terceiro milênio, 09

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

VOCAÇÃO DO CATEQUISTA



Afirma o Diretório Geral para a Catequese que “a vocação do leigo á catequese tem origem no sacramento do batismo e se fortalece pela Confirmação, sacramento

Mediante os quais ele participa do «ministério sacerdotal, e real » de Cristo. Além da vocação comum ao apostolado, alguns leigos sentem-se chamados interiormente por Deus, a assumirem a tarefa de catequistas. A Igreja suscita e distingue esta vocação divina, e confere a missa de catequizar. Dessa forma, o Senhor Jesus convida homens e mulheres, de uma maneira especial a segui-lo, mestre e formador dos discípulos. Este chamado pessoal de Jesus Cristo e a relação com Ele são o verdadeiro motor da ação do catequista « É deste conhecimento amoroso de Criste que jorra o desejo de anuncia-lo, de «evangelista», e de levar outros ao «sim» da fé em Jesus Cristo “(DGC231).

Ser catequista é uma vocação! É um chamado da parte de Deus para uma missa. O catequista, ao sentir esse chamado verifica que necessita compreender melhor seu trabalho missionário. Sentir-se chamado verifica que necessita compreender melhor seu trabalho missionário. Sentir-se chamado a ser catequista e a receber da Igreja a missão para fazê-lo pode adquirir, de fato, diversos graus de dedicação, segundo as característica de cada um. Há muitas formas de exercer o ministério catequético, mas independente delas, o catequista deve se esforçar para desenvolver em si as seguintes características:

Catequista é um instrumento vivo

Através do qual Deus se comunica com os homens; é um educador da fé e não um mero repetidor de uma doutrina; é um transmissor do Evangelho com própria vida, seguindo o conteúdo, o estilo, os critérios e os métodos de Jesus, aprendendo a ter os seus mesmos sentimentos (cf. FI 2, 5-11). Então, o CATEQUISTA é um homem ou uma mulher, escolhida (a) por Deus, através da sua Igreja, e por ela encarregado (a), para ser um sinal- instrumento eficaz para transmitir, coma própria vida e pela palavra, a Boa Nova do Reino de Deus que aconteceu em Jesus Cristo. O catequista se torna assim um mediador entre o diálogo que Deus quer empreender com todos os homens. É uma pessoa que por primeiro encontro e aderiu á Cristo e á sua Palavra tornando-se por isso, uma testemunha deste encontro e desta adesão. É um “mestre” que busca ajudar aos outros homens, seus irmãos, a descobrirem e a conhecerem aquilo que Deus falou e quer e deles espera como resposta de amor: “que quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade” (1 Tm 2,40). É um educador, que conduz cada pessoa a desenvolver o germe da fé batismal, isto é, aquilo que cada um possui de melhor dentro de si, ou seja, Jesus Cristo, dom impresso pela graça batismal. Enfim, o catequista é uma testemunha, capaz de santificar Cristo em seu coração e que está sempre pronto a dar razão de sua esperança a todos aqueles a pedirem. Isto se torna, por isso dizer, uma tarefa ainda maior nos nossos dias, imersos num contexto secularizado e de inversão de valores, exigem do catequista uma capacidade de encarnar no mundo a própria fé e de comunicá-la de modo convincente e crível, a fim de que os homens possam se libertar de tudo aquilo que é contrário á sua dignidade de filhos de Deus. Como educador da fé dos seus irmãos,o catequista é devedor a todos do Evangelho que anuncia, ao mesmo tempo em que se deixa educar pela fé e pelo testemunho daqueles que catequiza. Catequiza. O CATEQUISTA E UM CHAMADO A ANUNCIAR O EVANGELHO “Não foste vós que me escolhestes, mas fui eu que vós escolhi”

domingo, 28 de agosto de 2016

INVESTIDURA DE NOVOS COROINHAS


Encerramos o mês vocacional, celebrando o dia dos catequistas e a investidura de novos coroinhas que depois de um período de preparação, deram o seu sim ao chamado de Deus para servir o Altar. 
Nossos agradecimentos pelo sim dos coroinhas e nossas orações para que estejam sempre servindo com amor. 























DIA DOS CATEQUISTAS

Na missa das 11 horas, celebramos rezando de modo especial os catequistas, no dia a eles dedicado. No final da  missa, uma mensagem foi lida em homenagem às nossas catequistas que, em seguida, receberam uma lembrança. 
Nossos agradecimentos às nossas catequistas pela dedicação e ministério tão importante que desenvolvem em nossa paróquia. 








PALAVRA DE DEUS NO DOMINGO




Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 14,1.7-14


1Aconteceu que, num dia de sábado,
Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus.
E eles o observavam.
7Jesus notou como os convidados
escolhiam os primeiros lugares.
Então contou-lhes uma parábola:
8'Quando tu fores convidado para uma festa de casamento,
não ocupes o primeiro lugar.
Pode ser que tenha sido convidado
alguém mais importante do que tu,
9e o dono da casa, que convidou os dois,
venha te dizer: 'Dá o lugar a ele'.
Então tu ficarás envergonhado
e irás ocupar o último lugar.
10Mas, quando tu fores convidado,
vai sentar-te no último lugar.
Assim, quando chegar quem te convidou,
te dirá: 'Amigo, vem mais para cima'.
E isto vai ser uma honra para ti
diante de todos os convidados.
11Porque quem se eleva, será humilhado
e quem se humilha, será elevado.'
12E disse também a quem o tinha convidado:
'Quando tu deres um almoço ou um jantar,
não convides teus amigos, nem teus irmãos,
nem teus parentes, nem teus vizinhos ricos.
Pois estes poderiam também convidar-te
e isto já seria a tua recompensa.
13Pelo contrário, quando deres uma festa,
convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos.
14Então tu serás feliz!
Porque eles não te podem retribuir.
Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos.'
Palavra da Salvação.

sábado, 27 de agosto de 2016

SANTA MÔNICA




Celebramos a memória desta grande santa, que nos provou com sua vida que realmente “tudo pode ser mudado pela força da oração”

Santa Mônica nasceu no norte da África, em Tagaste, no ano 332, numa família cristã que lhe entregou – segundo o costume da época e local – como esposa de um jovem chamado Patrício.

Como cristã exemplar que era, Mônica preocupava-se com a conversão de sua família, por isso se consumiu na oração pelo esposo violento, rude, pagão e, principalmente, pelo filho mais velho, Agostinho, que vivia nos vícios e pecado. A história nos testemunha as inúmeras preces, ultrajes e sofrimentos por que Santa Mônica passou para ver a conversão e o batismo, tanto de seu esposo, quanto daquele que lhe mereceu o conselho: “Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas”.

Santa Mônica tinha três filhos. E passou a interceder, de forma especial, por Agostinho, dotado de muita inteligência e uma inquieta busca da verdade, o que fez com que resolvesse procurar as respostas e a felicidade fora da Igreja de Cristo. Por isso se envolveu em meias verdades e muitas mentiras. Contudo, a mãe, fervorosa e fiel, nunca deixou de interceder com amor e ardor, durante 33 anos, e antes de morrer, em 387, ela mesma disse ao filho, já convertido e cristão: “Uma única coisa me fazia desejar viver ainda um pouco, ver-te cristão antes de morrer”.

Por esta razão, o filho Santo Agostinho, que se tornara Bispo e doutor da Igreja, pôde escrever: “Ela me gerou seja na sua carne para que eu viesse à luz do tempo, seja com o seu coração para que eu nascesse à luz da eternidade”.

Santa Mônica, rogai por nós!