segunda-feira, 20 de outubro de 2014

JORNADA DA JUVENTUDE

No sábado, dia 11 de outubro, aconteceu na Paróquia São Domingos Sávio, a Jornada da Juventude realizada pela nossa Região Episcopal.
Os jovens de nossa paróquia participaram desse momento de confraternização, celebração e recordação da Jornada Mundial da Juventude.
 



 

domingo, 19 de outubro de 2014

A PALAVRA DE DEUS NO DOMINGO


Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 22,15-21

Naquele tempo:
15Os fariseus fizeram um plano
para apanhar Jesus em alguma palavra.
16Então mandaram os seus discípulos,
junto com alguns do partido de Herodes,
para dizerem a Jesus:
'Mestre, sabemos que és verdadeiro
e que, de fato, ensinas o caminho de Deus.
Não te deixas influenciar pela opinião dos outros,
pois não julgas um homem pelas aparências.
17Dize-nos, pois, o que pensas:
É lícito ou não pagar imposto a César?'
18Jesus percebeu a maldade deles e disse: 'Hipócritas!
Por que me preparais uma armadilha?
19Mostrai-me a moeda do imposto!'
Trouxeram-lhe então a moeda.
20E Jesus disse:
'De quem é a figura e a inscrição desta moeda?'
21Eles responderam: 'De César.'
Jesus então lhes disse:
'Dai pois a César o que é de César,
e a Deus o que é de Deus.'
Palavra da Salvação.

sábado, 18 de outubro de 2014

CARDEAL FALA SOBRE O SÍNODO DOS BISPOS

Por Rafael Alberto
De Roma, onde participa da 3ª Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos, sobre os desafios da família no âmbito da evangelização, o Cardeal Odilo Pedro Scherer – que é membro do Conselho do Sínodo – falou com exclusividade ao O SÃO PAULO sobre questões delicadas debatidas pelos padres sinodais na primeira semana de trabalhos. Com a divulgação do Relatório que compila esses debates, as reações e repercussões em relação ao texto deram a impressão de que se trataria já de uma decisão final do Sínodo. Dom Odilo esclarece que o texto é apenas uma síntese e ainda deverá ser trabalhado ao longo desta semana. “Portanto, não se tratou ainda de um ‘documento’ final do Sínodo, nem de ‘decisões’ do Sínodo”, enfatizou.
O SÃO PAULO – O relatório apresentado no dia 13 de outubro já é uma palavra final do Sínodo? Do que se trata?
Cardeal Odilo Pedro Scherer – O Relatório apresentado no dia 13 de outubro pelo Cardeal Peter Erdö, de Budapeste, relator do Sínodo, foi uma síntese das mais de 200 reflexões apresentadas pelos participantes no plenário do Sínodo ao longo da primeira semana de trabalhos. O relator, ajudado pelo secretário especial do Sínodo, tentou reproduzir um resumo orgânico das muitas posições que foram aparecendo. Nos trabalhos desta semana, os diversos grupos menores estão propondo novas contribuições e ajustes, aperfeiçoando o texto do Relatório, que deverá ser votado antes da conclusão dos trabalhos desta assembleia do Sínodo. Portanto, não se tratou ainda de um “documento” final do Sínodo, nem de “decisões” do Sínodo.
O relatório afirma que, sem negar as problemáticas morais decorrentes das uniões entre pessoas do mesmo sexo, em alguns casos a relação de apoio mútuo é benéfica aos parceiros. Isso foi interpretado pela mídia como a primeira vez que a Igreja estaria reconhecendo algum valor nas uniões homoafetivas. Como foram os debates sobre esse assunto?
O tema das uniões civis de pessoas do mesmo sexo estava previsto no instrumento de trabalho, anterior ao Sínodo e, portanto, também foi abordado em algumas reflexões apresentadas na assembleia. A avaliação da Igreja em relação às uniões homossexuais não mudou, o que também fica claro no mesmo Relatório apresentado, mas isso não impede de reconhecer que haja coisas boasnas pessoas homossexuais. A reflexão do Sínodo sobre esses casos foram orientadas pela preocupação de acolher essas pessoas na Igreja e de ajudá-las, de maneira, para que também possam receber o Evangelho de Cristo e vivê-lo, como é proposto a todos. Mais uma vez, o Sínodo afirmou o que já é conhecido: essas pessoas não estão excluídas da Igreja, mas são convidadas a acolher o Evangelho e a vivê-lo de maneira fiel, como todas as demais.
Que rumo tiveram os debates do Sínodo sobre a sagrada comunhão a ser dada a pessoas divorciadas e casadas novamente no civil?
Evidentemente, essa questão esteve bem presente nas reflexões da assembleia sinodal; as tendências manifestadas foram, sobretudo, três: a) manter a atual posição, no sentido de não dar a santa comunhão e, para isso, foram apresentadas várias justificações teológicas relevantes; b) abrir a possibilidade do acesso à santa comunhão em casos determinados e em situações bem consideradas; para isso foram apresentadas várias razões pastorais importantes; c) agilizar mais o atendimento, nos tribunais eclesiásticos, de eventuais situações de nulidade matrimonial, para que muitos casais possam regularizar a sua situação canônica e receber os sacramentos. Em todo caso, há um desejo forte do Sínodo de ajudar da melhor forma possível os casais que vivem essa situação, para que possam participar de maneira mais plena da vida da Igreja. A solução, porém, não deverá ser resolvida por um simples “pode” ou “não pode”.
Quais outras grandes questões estão surgindo no Sínodo?
A tônica geral foi de apreço pelo casamento e a família, que fazem parte do Evangelho e cujo zelo a Igreja considera parte de sua missão evangelizadora e pastoral; notou-se a necessidade generalizada de retomar a evangelização no mundo da família; causou forte impressão a perda de apreço pelo casamento e a família, sobretudo no mundo ocidental; também tiveram a sensibilidade do Sínodo as situações de milhões de famílias que vivem os tormentos da guerra, das perseguições, da violência, da miséria, das migrações forçadas e tantos outros empecilhos a uma vida familiar serena. A tônica geral do Sínodo está sendo a da atenção samaritana da Igreja em relação às muitas situações de fragilidade e de sofrimento das famílias, junto com a valorização de tudo o que possa haver de bom e construtivo nas diversas situações e condições da família, apesar das insuficiências e precariedades em que vive. E o Papa Francisco, que acompanha a tudo com muita atenção, encorajou a todos a terem coragem, liberdade e franqueza para falar.
O Relatório deverá agora ser trabalhado nas Igrejas Particulares. Em São Paulo, o senhor já tem planos para fazer isso acontecer?

O texto final desta assembleia extraordinária do Sínodo ainda não será um “documento final”, mas será novamente remetido às Conferências Episcopais e às Dioceses, para que reflitam sobre ele e apresentem novas contribuições para as questões postas. O Papa Francisco quer que a Igreja faça um “caminho sinodal” e, assim, participe da busca de caminhos a serem feitos em comum (sínodo significa isso).  Vamos aguardar que o próprio Sínodo e o Papa Francisco deem as orientações para esse trabalho, que agora vai prosseguir em vista da 15ª Assembleia Ordinária do Sínodo, em outubro de 2015; esta deverá ter ainda o mesmo tema da família, mas com enfoques novos: “a vocação e a missão da família no mundo contemporâneo”.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

NOSSA SENHORA APARECIDA

Com muita alegria nossa Paróquia, celebrou solenemente no dia 12, o dia da Protetora da Igreja e das famílias brasileiras: Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
Iniciamos as festividades com a meditação e oração do terço e encerramos com a Celebração da Eucaristia.
A história de Nossa Senhora da Conceição Aparecida tem seu início pelos meados de 1717, quando chegou a notícia de que o Conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, Governador da Província de São Paulo e Minas Gerais, iria passar pela Vila de Guaratinguetá, a caminho de Vila Rica, hoje cidade de Ouro Preto (MG).
Convocados pela Câmara de Guaratinguetá, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves saíram à procura de peixes no Rio Paraíba. Desceram o rio e nada conseguiram.








Depois de muitas tentativas sem sucesso, chegaram ao Porto Itaguaçu, onde lançaram as redes e apanharam uma imagem sem a cabeça, logo após, lançaram as redes outra vez e apanharam a cabeça, em seguida lançaram novamente as redes e desta vez abundantes peixes encheram a rede.
A imagem ficou com Filipe, durante anos, até que presenteou seu filho, o qual usando de amor à Virgem fez um oratório simples, onde passou a se reunir com os familiares e vizinhos, para receber todos os sábados as graças do Senhor por Maria. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil.
Por volta de 1734, o Vigário de Guaratinguetá construiu uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745. Mas o número de fiéis aumentava e, em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior (atual Basílica Velha).
No ano de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora “Aparecida” das águas.
O Papa Pio X em 1904 deu ordem para coroar a imagem de modo solene. No dia 29 de abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor. Grande acontecimento, e até central para a nossa devoção à Virgem, foi quando em 1929 o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil, com estes objetivos: o bem espiritual do povo e o aumento cada vez maior de devotos à Imaculada Mãe de Deus.
Em 1967, completando-se 250 anos da devoção, o Papa Paulo VI ofereceu ao Santuário de Aparecida a Rosa de Ouro, reconhecendo a importância do Santuário e estimulando o culto à Mãe de Deus.
Com o passar do tempo, a devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida foi crescendo e o número de romeiros foi aumentando cada vez mais. A primeira Basílica tornou-se pequena. Era necessária a construção de outro templo, bem maior, que pudesse acomodar tantos romeiros. Por iniciativa dos missionários Redentoristas e dos Senhores Bispos, teve início, em 11 de novembro de 1955, a construção de uma outra igreja, a atual Basílica Nova. Em 1980, ainda em construção, foi consagrada pelo Papa João Paulo ll e recebeu o título de Basílica Menor. Em 1984, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) declarou oficialmente a Basílica de Aparecida Santuário Nacional, sendo o “maior Santuário Mariano do mundo”.





























quinta-feira, 16 de outubro de 2014

SANTA MARGARIDA, ROGAI POR NÓS!

Hoje, celebramos a festa de Santa Margarida. Deus suscitou este luzeiro, ou seja, portadora da luz, que é Cristo, num período em que na Igreja penetrava as trevas do Jansenismo (doutrina que pregava um rigorismo que esfriava o amor de muitos e afastava o povo dos sacramentos). O nome de Santa Margarida Maria Alacoque estáintimamente ligado à fervorosa devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Nasceu na França em 1647, teve infância e adolescência provadas, sofridas. Órfã de pai e educada por Irmãs Clarissas, muito nova pegou uma estranha doença que só a deixou depois de fazer o voto à Santíssima Virgem.
Com a intercessão da Virgem Maria, foi curada e pôde ser formada na cultura e religião. Até que provada e preparada no cadinho da humilhação, começou a cultuar o Santíssimo Sacramento do Altar e diante do Coração Eucarístico começou a ter revelações divinas.
“Eis aqui o coração que tanto amou os homens, até se esgotar e consumir para testemunhar-lhe seu amor e, em troca, não recebe da maior parte senão ingratidões, friezas e desprezos”. As muitas mensagens insistiram num maior amor à Santíssima Eucaristia, à Comunhão reparadora nas primeiras sextas-feiras do mês e à Hora Santa em reparação da humanidade.
Incompreendida por vários, Margarida teve o apoio de um sacerdote, recebeu o reconhecimento do povo que podia agora deixar o medo e mergulhar no amor de Deus. Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus e o Papa Pio XIII recomendou esta devoção que nos leva ao encontro do Coração Eucarístico de Jesus. Santa Margarida Maria Alacoque morreu em 1690 e foi canonizada pelo Papa Bento XV em 1920.

Santa Margarida Maria Alacoque, rogai por nós!


Em nossa Paróquia, teremos Adoração ao Santíssimo às 18h30 e Missa às 19h30. 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

SANTA TERESA D'ÁVILA, ROGAI POR NÓS


PARABÉNS PROFESSORES!


Obrigado por fazerem do aprendizado não um trabalho, mas um contentamento. 
Por fazerem com que nos sentíssemos pessoas de valor. 
Por nos ajudarem a descobrir o que fazer de melhor e, assim, fazê-lo cada vez melhor.
Obrigado por afastarem o medo das coisas que pudéssemos não compreender, levando-nos, por fim, a compreendê-las… 
Por resolverem o que achávamos complicados… 
Por serem pessoas dignas de nossa total confiança e a quem podemos recorrer quando a vida se mostrar difícil… 
Obrigado por nos convencerem de que éramos melhores do que suspeitávamos.

Feliz Dia dos Professores!