segunda-feira, 21 de novembro de 2016

APRESENTAÇÃO DE NOSSA SENHORA


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Joaquim e Ana, por muito tempo não tinham filhos, até que nasceu Maria, cuja infância se dedicou totalmente, e livremente a Deus, impelida pelo Espírito Santo desde sua concepção imaculada

A memória que a Igreja celebra hoje não encontra fundamentos explícitos nos Evangelhos Canônicos, mas algumas pistas no chamado proto-evangelho de Tiago, livro de Tiago, ou ainda, História do nascimento de Maria. A validade do acontecimento que lembramos possui real alicerce na Tradição que a liga à Dedicação da Igreja de Santa Maria Nova, construída em 543, perto do templo de Jerusalém.

Os manuscritos não canônicos, contam que Joaquim e Ana, por muito tempo não tinham filhos, até que nasceu Maria, cuja infância se dedicou totalmente, e livremente a Deus, impelida pelo Espírito Santo desde sua concepção imaculada. Tanto no Oriente, quanto no Ocidente observamos esta celebração mariana nascendo do meio do povo e com muita sabedoria sendo acolhida pela Liturgia Católica, por isso esta festa aparece no Missal Romano a partir de 1505, onde busca exaltar a Jesus através daquela muito bem soube isto fazer com a vida, como partilha Santo Agostinho, em um dos seus Sermões:

“Acaso não fez a vontade do Pai a Virgem Maria, que creu pela fé, pela fé concebeu, foi escolhida dentre os homens para que dela nos nascesse a salvação; criada por Cristo antes que Cristo nela fosse criado? Fez Maria totalmente a vontade do Pai e por isto mais valeu para ela ser discípula de Cristo do que mãe de Cristo; maior felicidade gozou em ser discípula do que mãe de Cristo. E assim Maria era feliz porque já antes de dar à luz o Mestre, trazia-o na mente”.

A Beata Maria do Divino Coração dedicava devoção especial à festa da Apresentação de Nossa Senhora, de modo que quis que os atos mais importantes da sua vida se realizassem neste dia.

Foi no dia 21 de novembro de 1964 que o Papa Paulo VI, na clausura da 3ª Sessão do Concílio Vaticano II, consagrou o mundo ao Coração de Maria e declarou Nossa Senhora Mãe da Igreja.

Nossa Senhora da Apresentação, rogai por nós!

domingo, 20 de novembro de 2016

CRISMA

No último sábado, dia 19, D. Júlio Endi Akamine, presidiu a Eucaristia e conferiu o Sacramento da Crisma a 13 jovens de nossa Paróquia. 











PALAVRA DE DEUS NO DOMINGO


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Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 23,35-43


Naquele tempo:
35Os chefes zombavam de Jesus dizendo:
'A outros ele salvou. Salve-se a si mesmo,
se, de fato, é o Cristo de Deus, o Escolhido!'
36Os soldados também caçoavam dele;
aproximavam-se, ofereciam-lhe vinagre,
37e diziam: 'Se és o rei dos judeus,
salva-te a ti mesmo!'
38Acima dele havia um letreiro:
'Este é o Rei dos Judeus.'
39Um dos malfeitores crucificados o insultava, dizendo:
'Tu não és o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós!'
40Mas o outro o repreendeu, dizendo:
'Nem sequer temes a Deus,
tu que sofres a mesma condenação?
41Para nós, é justo,
porque estamos recebendo o que merecemos;
mas ele não fez nada de mal.'
42E acrescentou: 'Jesus, lembra-te de mim,
quando entrares no teu reinado.'
43Jesus lhe respondeu: 'Em verdade eu te digo:
ainda hoje estarás comigo no Paraíso.'
Palavra da Salvação.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

DIA NACIONAL DA JUVENTUDE NA ARQUIDIOCESE




O Setor Juventude da Arquidiocese de São Paulo convida todos os jovens a participar do DNJ 2016 - Dia Nacional da Juventude.
O tema deste ano é “Juventude e nossa Casa Comum”, e o lema, “Vou criar novo céu e nova terra” (Is. 65, 17). Inspirados na Encíclica do Papa Francisco Laudato Sí, os jovens são convidados a serem portadores e protagonistas da “casa comum”.

Na Arquidiocese de São Paulo, o DNJ será celebrado no domingo, 20 de novembro, com a concentração da juventude, às 12h, na Paróquia Sant'Anna (Rua Voluntários da Pátria, 2.060).

Às 13h, haverá celebração eucarística presidida por Dom Carlos Lema Garcia, Bispo Auxiliar da Arquidiocese e Vigário Episcopal para a Educação e a Universidade. Após a missa, haverá caminhada até o Parque da Juventude (próximo à estação Carandiru do metrô), onde acontecerão apresentações artísticas, shows com bandas católicas, testemunhos, relatos de experiências e atividades formativas e espirituais.

Segundo a organização do SEJUSP: "O DNJ deste ano terá como objetivo divulgar os trabalhos das comunidades, dos movimentos e grupos que trabalham diretamente com a juventude e que participam do Setor Juventude de suas regiões e Arquidiocese, que vêem os jovens como protagonistas".

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

NOSSA PARÓQUIA ACOLHE...

No último sábado às 19 horas, recebemos a visita dos Padres Osvaldo e Daniel que concelebraram com  o nosso pároco a Santa Missa. 
Os sacerdotes visitantes, são da Diocese de Anápolis - Goiás e estão em São Paulo cursando o Mestrado em Direito Canônico. 
Além de serem amigos do nosso Pároco,  Padre Osvaldo, (presidente da celebração) tem familiares em nossa paróquia. 



terça-feira, 15 de novembro de 2016

ENCERRAMENTO DO JUBILEU DA MISERICÓRDIA NA REGIÃO LAPA

No último sábado, às 15 horas na Paróquia Nossa Senhora da Lapa - Lapa - São Paulo, vários paroquianos nossos participaram com o Padre Júlio Cesar da Celebração de encerramento do Ano da Misericórdia. A missa foi presidida por D. Julio Endi Akamine, SAC e foi concelebrada por vários sacerdotes. 
Os fiéis que lá estiveram também puderam se confessar. 















segunda-feira, 14 de novembro de 2016

DEUS CHORA...




Na missa do dia 27 de outubro, o Papa Francisco afirmou:“Deus chora hoje”, ressaltou Francisco, pela humanidade que não entende “a paz que Ele nos oferece, a paz do amor”.

No Evangelho do dia, Jesus chama Herodes de “raposa”, depois que alguns fariseus disseram que ele o queria matar. E fala aquilo que acontecerá: “se prepara à morte”. Jesus então se dirige à “Jerusalém fechada”, que mata os profetas que a ela foram enviados.

Pranto

A seguir, Jesus muda o tom, destaca o Papa, e “começa a falar com ternura”, a “ternura de Deus”. Jesus “olha para o seu povo, olha para a cidade de Jerusalém”. Naquele dia “chorou sobre Jerusalém”.

“Aquele choro de Jesus – afirma o Papa – não é o choro de um amigo diante da tumba de Lázaro, não: aquele é o choro de um amigo diante da morte de outro. Este é o choro de pai, de um pai que chora: é Deus Pai que chora aqui na pessoa de Jesus.

“Quantas vezes tive que reunir os teus filhos como a galinha acolhe seus pintinhos sob as asas e vocês não quiseram! Alguém disse que Deus se fez homem para poder chorar, chorar aquilo que fizeram a seus filhos”.


Pai que chora

E, enquanto o choro diante da tumba de Lázaro é aquele do amigo, “este é o choro do Pai”, diz Francisco. E o pensamento do Papa vai ao Pai do filho pródigo, quando o filho lhe pede a herança e vai embora.

“Aquele pai está seguro, não procurou os vizinhos para dizer: “Olha o que me aconteceu! O que este pobre desgraçado me fez! Mas eu amaldiçoo este filho...”. Não, não fez isso. Tenho certeza, talvez tenha ido chorar sozinho”.

E o Papa explica.

“Por que o Evangelho não diz isso, diz quando o filho o viu de longe: isto significa que o pai sempre subia até a varanda de onde se via o caminho para ver se o filho retornava. E um pai que faz isso é um pai que vive no pranto, esperando que o filho volte. Este é o choro de Deus Pai. E com este choro, o Pai recria no seu Filho toda a criação”.

Paz do amor

Deste ponto, o Papa refletiu também sobre o momento em que Jesus com a cruz vai ao Calvário: às mulheres que choravam, diz para que não chorem por Ele, mas por seus próprios filhos. Portanto, um “choro de pai e de mãe que Deus também hoje chora”. 

“Também hoje diante das calamidades, das guerras que eclodem para ‘adorar ao deus dinheiro’, dos tantos inocentes mortos pelas bombas lançadas pelos adoradores do ídolo dinheiro, também o Pai chora, também hoje diz: ‘Jerusalém, Jerusalém, filhos meus, o que estão fazendo?’ E o diz às pobres vítimas e também aos traficantes de armas e a todos aqueles que vendem a vida das pessoas. Nos fará bem pensar que o nosso Deus Pai se fez homem para poder chorar; e nos fará bem pensar que nosso Deus Pai hoje chora: chora por esta humanidade que não consegue entender a paz que Ele nos oferece, a paz do amor”.

(dd/rb/mj)