quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

UMA INTERESSANTE HISTÓRIA DE NATAL



O Natal é um momento tão importante para o mundo todo, que todas as pessoas que acreditam, e até aquelas que não acreditam em Jesus, são contagiadas pelos símbolos do Natal, pelo espírito de solidariedade, pela vontade de querer fazer o bem. Muitas pessoas deixam se levar pelo consumismo, contudo outras, muito além de fazer compras, acabam deixando de comprar para si para presentear os outros.

Mais do que sair pelas ruas e ver a cidade iluminada, as árvores enfeitadas, os sinos pendurados, velas acesas, presépios montados, estrelas, guirlandas, comidas típicas e papais-noéis, é preciso que entendamos o sentido de tudo isso que fazemos. Você já parou para pensar no sentido de cada “enfeite de natal” que tem em sua casa? Para tudo existe um motivo, uma razão, uma história; até para o Panetone.

O site Gaudium Press, divulgou hoje (18 de dezembro de 2012) um artigo contando sobre uma lenda italiana à respeito do panetone. Achamos muito interessante publicar aqui e compartilhar com vocês dessa bela história.

“Panetone

Era noite de Natal, em Milão, governada pelo Duque Ludovico Sforza, famoso por ter uma das mais requintadas cortes da época. Sobretudo sua cozinha era muito renomada. Desde a tarde, suas chaminés exalavam perfumes maravilhosos, que estimulavam o apetite de toda a vizinhança. Desejando fazer uma ceia inesquecível, o cozinheiro-mor decidira preparar uma sobremesa especial: um fabuloso doce cuja receita os venezianos haviam trazido do longínquo Oriente.

Afanava-se o mestre na elaboração de sua obra-prima e, ao mesmo tempo, orientava e fiscalizava os demais cozinheiros que se dedicavam a aprontar os inúmeros pratos do lauto banquete. Na grande cozinha, todos estavam tomados pela característica alegria do Natal italiano.

Todos não… Isolado num canto, um jovem ajudante recém-chegado da Lombardia suspirava de saudades da casa paterna, recordando-se das festas natalinas realizadas nos lares camponeses de sua região, pouco favorecidos de recursos econômicos, mas ricos de vida familiar e amor ao maravilhoso.

Levado por esses sentimentos nostálgicos, resolveu ele preparar um pão especial, como os que eram feitos por sua mãe na véspera de Natal. Não dispondo, porém, de todos os ingredientes necessários, teve de contentar-se com as sobras do material utilizado pelo cozinheiro-mor na elaboração da misteriosa sobremesa.

Qual seria o resultado? Nem ele mesmo sabia…

Uma vez iniciada a ceia de Natal, intensificou-se a atividade na cozinha, e o mestre cozinheiro esqueceu no forno o seu belo e misterioso doce… Enorme foi sua consternação ao constatar que ele havia queimado. Seu dourado sonho de um grande sucesso estava transformado na dura realidade de um vexatório fracasso, pois, como preparar em tão pouco tempo outra sobremesa especial? À vista desse desastre, não conseguiu conter algumas lágrimas.

Tomado de compaixão, o jovem lombardo aproximou-se dele e lhe ofereceu os três grandes bolos que acabava de tirar do forno. Num piscar de olhos, o experiente cozinheiro notou a elegância de sua forma cilíndrica e percebeu que seu delicioso perfume deveria corresponder a um requintado sabor.

Quem estava à mesa era o Duque Sforza com sua corte, ou seja, os mais exigentes comensais da Itália. Porém, não restava outra saída senão correr o risco. Tomou, pois, a decisão de servir como sobremesa aquela curiosa iguaria. Ele próprio se incumbiu de cortá-los caprichadamente em fatias e dispô-las de forma artística em bandejas de prata.

Surpreenderam-se o Duque e seus convivas, ao verem aquele exótico bolo enfeitado por frutas cristalizadas e do qual se desprendia um convidativo perfume. Instintivamente, começaram a aplaudir, e num instante seu requintado sabor lhes havia conquistado o paladar. Sucesso completo!

O Duque mandou vir à sua presença o autor daquela obra maravilhosa. Para surpresa de todos, não apareceu o afamado mestre, mas um tímido ajudante de cozinha.

– Qual é teu nome? – Eu me chamo Toni…

– Ora, então este é o Pane Toni! (o Pão do Toni).

Deste modo, o Duque Ludovico Sforza batizou aquele curioso pão doce com o nome de Toni, seu criador. E determinou-lhe que preparasse outros iguais, em maior quantidade, no Natal do ano seguinte. Assim nasceu o panetone, por obra do acaso, aliás, como tantas maravilhas da arte culinária.

Em pouco tempo, o “Pão do Toni” conquistou os lares italianos, e se espalhou pelo mundo inteiro, a ponto de ficar indissociavelmente ligado às festas natalinas.

(Revista Arautos do Evangelho, Dez/2002, N. 12)”

TEMPO DE PREPARAÇÃO

Estamos chegando ao término do tempo do Advento. Para nós da Paróquia Nossa Senhora do Líbano, foi um tempo não só de preparação espiritual para a celebração do Natal, mas também , de preparação de nossa igreja. Com a ajuda dos dizimistas, participantes do bingo de Natal e agentes de pastoral, pintamos interna e externamente a nossa Igreja. 

Antes da pintura: 



Após a pintura: 








POR QUE DEVEMOS CELEBRAR O NATAL?


Sabemos que o Império Romano perseguiu pesadamente os cristãos por quase três séculos; desde Nero em 64, mas, por fim, depois de muitos mártires e o trabalho incansável de evangelização dos primeiros cristãos, o grande Império, o maior de todos os tempos, se converteu ao cristianismo quando o Imperador Constantino, o Grande, se converteu e proibiu a perseguição aos cristãos pelo Edito de Milão, no ano 313. “A espada romana se curvou diante da Cruz de Cristo”, como disse Daniel Rops.

Depois, no ano 385 o grande imperador cristão romano, Teodósio, pelo Edito de Tessalônica, adotou o cristianismo como a religião oficial do Império. Mas, ainda no tempo do paganismo, os romanos adoravam o deus Sol e celebravam a festa do seu nascimento “Natalis solis invicti”. O Imperador de Roma, Aureliano (270-275) tornou oficial e tradicional a comemoração do sol nascente e invencível.

Acontece que no dia 22 de dezembro ocorre o solstício de inverno no hemisfério Norte, isto é, o dia em que a Terra tem o seu eixo vertical com a máxima inclinação, fazendo com que no Norte se tenha o dia mais curto e a noite mais longa do ano; ao contrário do que ocorre no hemisfério Sul na mesma data.

Os romanos pagãos consideravam isso uma ameaça dos deuses, porque dia-a-dia, na chegada do inverno, as horas de sol sobre a Terra diminuía, até chegar ao máximo que eles consideravam ser no dia 25 de dezembro. Então, por medo ofertavam aos deuses desagravos, rituais e celebrações longas, para impedir que a ira dos deuses impedisse a luz do sol de iluminar a Terra.

Os cristãos, embora convertidos, tinham saudades dessas majestosas festas do Sol Invicto Nascente, que começava a voltar a iluminar a Terra. Pedagogicamente, e sabiamente, a Igreja passou a comemorar nesse mesmo dia, o nascimento do verdadeiro Sol, como disse o profeta Malaquias, “Sol da Justiça que traz a salvação em seus raios” (Ml 3, 20). Então, o Messias Salvador passou a ser mostrado na cultura deles, a “Luz para iluminar as nações” (Lc 2, 32). “Eu sou a Luz do mundo” (Jo 1, 9).

Com base em um antigo mosaico do século III, encontrado no Vaticano no Mausoléu dos Iulii, onde se vê as imagens de Cristo e do Sol sobre uma carruagem triunfante, acredita-se que o Imperador Constantino, que construiu a primeira Basílica de São Pedro, ter sido um dos primeiros a fixar nessa data a celebração do Natal. Mas a declaração oficial da Igreja foi feita pelo Papa Júlio I (337-352). E o primeiro calendário a marcar esse fato foi editado por Filocalos (354).

Sabemos que Jesus prometeu a Pedro, o Papa, que tudo o que ele ligasse na Terra seria ligado no céu (Mt 16,19); é um carisma da Cátedra infalível do Papa. Assim, pela Promessa de Jesus, o céu também celebra o Nascimento do Salvador em 25 de dezembro. Desta forma, a Igreja nos ensina que quando celebramos uma festa litúrgica, fixada pelo Papa, participamos das mesmas graças dispensadas por Deus no próprio acontecimento comemorado. Logo, celebrar o Natal em 25 de dezembro, com fé, é receber as graças do Nascimento de Jesus, qualquer que tenha sido o dia em que nasceu. Abramos o coração, acolhamos o Redentor feito homem e lhe demos glória como os Anjos, os pastores de Belém e os Reis Magos. “Glória in excelsis Deo”.

Prof. Felipe Aquino

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

PREPARAI O CAMINHO DO SENHOR



Dom Vital Corbellini
Bispo de Marabá (PA)

Introdução

Nós estamos nos aproximando do Natal, a vinda de Cristo Jesus em nosso meio, na vida familiar, comunitária e social. Será uma presença de libertação, de salvação e de misericórdia de Deus. Alguns padres da Igreja colocam a necessidade de uma preparação material mas sobretudo espiritual, pela oração, pela participação da vida da comunidade, pela meditação da Palavra de Deus, pela recepção da eucaristia. É ressaltada a figura de João Batista na preparação dos caminhos do Senhor. Vejamos alguns padres que enaltecem a preparação como forma para acolher bem a presença do Salvador da humanidade e em cada um de nós. 

1. O significado da preparação

Orígenes, padre do século III, considera a necessidade de procurar um significado mais profundo do texto ao falar do deserto em sentido mais espiritual que o literal. Quem prega no deserto usa mal a sua voz porque não há nenhum que o sinta falar. João Batista, o Precursor de Cristo, conhecido como a voz que grita no deserto, anuncia no mesmo o deserto da alma que não tem a paz. Essa lâmpada que arde e brilha(cf. Jo 1,9), pregando um batismo de penitência para a remissão dos pecados, segue a luz verdadeira pois João Batista mesmo afirma que é preciso que Ele cresça e que ele diminua(cf. Jo 3,30). 

2. Alusão ao profeta Isaias

Orígenes afirmou que o texto de Isaias é bem vivo para a realidade atual. Uma voz grita no deserto; preparai um caminho para o Senhor, endireitai o tortuoso(cf. Is 40,3). O Senhor deseja encontrar em nós um caminho para entrar nas nossas almas e percorrer o seu caminho de modo que é preciso preparar o caminho porque ele se encontra tortuoso, não reto. É a voz de alguém que grita no deserto ao afirmar que é preciso preparar o caminho. Antes acrescenta aos ouvidos a voz e junto à voz, a palavra penetra o ouvido. 

3. João anuncia Cristo

É dessa forma que João anunciou Cristo Jesus às multidões. A voz que grita no deserto afirma que é preciso preparar o caminho do Senhor, cujo significado é a preparação de uma estrada interior e dispor o nosso coração sentimentos retos, bons e planos. Esta é a estrada pela qual entrou a palavra de Deus que se estabelece no coração humano capaz de acolhê-la. Grande será o coração do ser humano quando dará espaço para que o Verbo de Deus entre e tome posse. É preciso preparar um caminho ao Senhor com uma vida que agrade ao Senhor, para que assim o Verbo de Deus caminhe dentro de nós sem tropeços. 

4. João preparou o caminho da misericórdia

Cromácio, Bispo de Aquileia, padre da Igreja do século IV, falou que João Batista preparou o caminho da misericórdia, da verdade, da fé e da justiça. Ele tem presente o Profeta Jeremias que testemunhava pelo futuro, a preparação na qual era preciso permanecer nos caminhos do Senhor, observando as palavras eternas de Deus para assim caminhar nas mesmas(cf. Jr 6,16). O fato é que o Reino dos céus é feito por esses caminhos na qual o próprio João acrescenta que o reino dos céus é vizinho(cf. Mt 3,2). O Reino dos céus deve ser preparado nos caminhos do coração, nos sentimentos de cada um de nós, e dentro de nós. Clareamos os caminhos do bem, da fé, para assim viver a santidade. É preciso eliminar do coração todo obstáculo derivado das inimizades, uma vez que está escrito que é preciso tirar as pedras do caminho(cf. Jr 50,26). 

5. A Palavra e a Voz

João evangelista introduziu João Batista na sua teologia. João Scoto, estudioso da Patrística, século IX, em uma de suas obras (Sobre o Prólogo de João, 15) coloca a história do Precursor como aquele que foi acordado de conhecer a Palavra no princípio(cf. Jo 1,1) mas sobretudo como aquele que precedeu a Palavra encarnada(cf. Jo 1,6). Ele diz que surgiu um homem, sendo só participante da sua humanidade sendo o precursor distinguindo-o de outro homem que unindo estreitamente divindade e humanidade, veio depois dele para mostrar a distância entre a voz passageira e a Palavra que permanece para sempre e de uma forma imutável. O evangelista diz que se um era a estrela da manhã que aparece na aurora dos reino dos céus, o outro é o sol da justiça(cf. Ml 3,20) que lhe sucede. João distinguia a testemunha daquele que é o testemunho verdadeiro, o enviado daquele que o envia, a lâmpada da luz que enche o universo dissipando as trevas do pecado e da morte. Um homem foi enviado por Deus para preparar o caminho sendo a voz para a Palavra, Jesus Cristo. Ele acolheu em si a humanidade porque desejava salvar-nos e redimir-nos. O enviado prepara a vinda do Senhor sendo o seu nome João(cf. Jo1,6), aquele a qual foi dada a graça de ser precursor do rei dos reis, de manifestar ao mundo a Palavra encarnada, de batizá-lo em vista da adoção espiritual dos filhos de Deus, de dar testemunho com a sua pregação e o seu martírio à luz eterna, o Senhor Jesus. 

Conclusão 

É preciso preparar o caminho do Senhor, exortação válida não só para os outros, mas para todos nós. Necessitamos seguir os passos do Precursor para viver a Palavra do Encarnado em nossas vidas de seguidores, discípulos, discípulas, missionários e missionárias de Jesus Cristo. A voz do Precursor clama dentro de nós para que possamos viver a Palavra de Deus, Jesus Cristo, feita carne, feita salvação para nós e para o mundo. 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

SÍMBOLOS DO NATAL




Conheça aqui o significado de alguns símbolos do Natal: presépio, vela, presentes, pinheiro de natal, estrela (…).


PRESÉPIO: A palavra vem do hebraico e significa manjedoura, estábulo. Desde o final do século II, já havia representações do presépio. Inicialmente foram pintados nas catacumbas de Roma.

BOI e JUMENTO: Esta representação que nos chega dos escritos apócrifos (obra cuja autenticidade não foi provada), é uma linda lenda dos primeiros tempos do cristianismo. Nenhum dos textos do Evangelho fala da presença destes animais. Seria uma reminiscência do texto do profeta Habacuc, que diz que “o Messias se manisfestará entre os animais”. Belo texto do século VI, conhecido como o Evangelho do pseudo-Mateus, faz a descrição da cena com o boi e o jumento. Este Evangelho apócrifo teve grande impacto no imaginário popular. Estes animais representam o calor da criação que quer ver vivo tudo o que nasce e deve viver.

ANJOS CANTORES: Os anjos cantores anunciam uma boa notícia: “Glória no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade”. Anjos, ou seja, mensageiros, surgem nos céus para confirmar o nascimento do Filho de Deus. Os anjos na tradição cristã natalina são representados com traços infantis, como sinal de inocência e de pureza.

ESTRELA: A estrela tem 4 pontas e 1 cauda luminosa. As 4 pontas representam as 4 direções da terra: Norte, Sul, Leste e Oeste, de onde vêm os homens para adorar a grande luz que é o Filho de Deus, além de lembrar que Ele veio para todos.

OS TRÊS REIS MAGOS: O Evangelho de Mateus é o único a relatar a vinda dos sábios do Oriente. No século V, Orígenes e São Leão Magno propõem chamá-los de reis-magos. No século VII eles ganham nomes populares: Baltazar (deformação de Baal-Shur-Usur-Baal, que protege a vida do rei), Belquior e Gaspar. Eles trazem ouro, incenso e mirra para o menino Rei, Deus e Salvador. No século XV, lhes são atribuídas etnias: Belquior (ou Melchior) passa a ser da raça branca; Gaspar, amarelo e Baltazar, negro, para simbolizar o conjunto da humanidade que vê e conhece o Salvador.

PINHEIRO DE NATAL: Tradição nascida em tempos medievais, de fundo cristão, que reúne dois símbolos religiosos: a luz e a vida. Peças religiosas eram representadas com grande sucesso popular nas igrejas, fazendo sempre alusão ao Paraíso, representado plasticamente por uma árvore carregada de frutos. Esta árvore do Paraíso ficou como um dos sinais das festas de Natal celebradas a partir do século XI. A atual árvore de Natal aparece na Alsácia no século XVI e no século seguinte se espalha o hábito de iluminá-la com velas. Em 1912, Boston, nos Estados Unidos, inaugura uma árvore iluminada numa das praças centrais da cidade, e isto se espalha por todo o planeta, inclusive em países não-cristãos. O pinheiro natalino mostra que mesmo no inverno mais rigoroso, o verde de seus ramos resiste e as maçãs continuam saborosas e comestíveis mesmo depois da chegada da nova e rude estação com a neve e geadas permanentes. As maçãs, hoje bolas vermelhas, presas aos galhos da árvore são sinal de vida diferenciada. Muitos colocam sob a árvore frutas secas e cristalizadas para mostrar o outro lado da vida. Somente no século XX começamos a usar o pinheiro como árvore-símbolo dos vegetais que jamais perdem as suas folhas diante da dureza do inverno do hemisfério norte.

VELAS: Acender velas nos remete à festa judaica de Chanuká, que celebra a retomada da cidade de Jerusalém pelos irmãos macabeus das mãos dos gregos. Na chama da vela estão presentes todas as forças da natureza. Vela acesa é símbolo de individuação e de nossos anos vividos. Tantas velas, tantos anos. E um sopro pode apagá-las para que de novo possamos reacendê-las no ano vindouro. Para os cristãos, as velas simbolizam a fé e o amor consumido em favor da causa do Reino de Deus. Velas são como vidas entregues para viver.

SINOS NATALINOS: As renas carregam sinos de anúncio e de convocação. Os sinos simbolizam o respeito ao chamado divino e evoca, quando preso em torres, tudo o que está suspenso entre o céu e a terra e, portanto, são o ponto de comunicação entre ambos.



NEVE: O toque mágico do Natal vêm com a brancura e o frio da neve no hemisfério norte que exigem das pessoas que se guardem das ruas e convivam mais dentro das casas.


CARTÕES, PRESENTES e CEIA DE NATAL: A ceia nos lembra o ato de Amor de Jesus. Lembra também nossa origem judaica enquanto religião que celebra a fé em torno de uma mesa de família.


PAPAI NOEL: São Nicolau, chamado Santa Klaus, bispo de Myra, na Lícia antiga, sudoeste da Ásia Menor, da atual Turquia. Durante o século IV, este homem de fé marcante foi transformado legendariamente neste Papai universal e proveniente que oferece às crianças presentes, brinquedos e carinhos da terceira idade. O atual Papai Noel, de roupa vermelha e saco às costas, nasce nos Estados Unidos na metade do século XIX, como um São Nicolau transmudado em gnomo ou duende e, logo em seguida foi transformado em um simpático velhinho. Ele é introduzido na Europa depois da Primeira Guerra Mundial e se impõe pouco a pouco pela pressão comercial e daqueles que querem festejar o Natal sem referências religiosas.

domingo, 20 de dezembro de 2015

PALAVRA DE DEUS NO DOMINGO



Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 1,39-45


39Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa,
dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judéia.
40Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel.
41Quando Isabel ouviu a saudação de Maria,
a criança pulou no seu ventre
e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
42Com um grande grito, exclamou:
'Bendita és tu entre as mulheres
e bendito é o fruto do teu ventre!'
43Como posso merecer
que a mãe do meu Senhor me venha visitar?
44Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos,
a criança pulou de alegria no meu ventre.
45Bem-aventurada aquela que acreditou,
porque será cumprido, o que o Senhor lhe prometeu.'
Palavra da Salvação.