sexta-feira, 6 de novembro de 2015

JUBILEU SEJA OCASIÃO PARA O PERDÃO RECÍPROCO



Na Audiência Geral desta quarta-feira, 4, o Papa Francisco meditou sobre o “treinamento do dom e do perdão recíproco” nas famílias. Para o Pontífice, sem este mútuo perdão nenhum amor pode durar no tempo. O Santo Padre também explicou que está meditando sobre as conclusões da Assembleia Sinodal encerrada em 25 de outubro. Citando a oração do Pai Nosso – “Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido” – Francisco disse que “no dia-a-dia, não faltam ocasiões em que nos comportamos mal e somos injustos com os outros. Então, o que temos de fazer é procurar imediatamente curar as feridas que causamos porque, se adiarmos demais, tudo se torna mais difícil”.

Reiterando um conceito que já expressou no passado, lembrou a importância de “não terminarmos o dia sem se desculpar, sem fazer as pazes entre os casais, com os filhos, os irmãos... e entre nora e sogra!”:

“Se aprendermos a pedir desculpas rapidamente e a doar o perdão recíproco, as feridas se cicatrizam, o matrimônio se fortalece e a família se torna uma casa sempre mais sólida, que resiste aos abalos de nossas pequenas e grandes maldades. Para isso, não é necessário fazer grandes discursos... é suficiente um carinho e tudo acaba... e depois recomeça... mas nunca terminem o dia em guerra, entenderam? E quando aprendemos a viver assim em nossas famílias, o faremos também fora, em qualquer lugar”.

“Muitos pensam e dizem que o dom e o perdão são palavras bonitas, mas impossíveis de pôr em prática. Graças a Deus, não é assim! Na verdade, é recebendo o perdão de Deus que somos capazes de, por nossa vez, perdoar aos outros. Por isso, Jesus nos faz repetir estas palavras todos os dias, quando rezamos o Pai-Nosso. As famílias cristãs podem ajudar muito a sociedade atual e a própria Igreja. Por isso desejo que, no Jubileu da Misericórdia, as famílias descubram de maneira nova e mais profunda o tesouro do perdão recíproco”. 

Neste sentido, o Papa assegurou às famílias cristãs que “se forem capazes de caminhar com decisão no caminho das Bem-aventuranças, aprendendo e ensinando a perdoar-se reciprocamente, aumentará também em toda a família da Igreja a capacidade de testemunhar a força renovadora do perdão de Deus”.

E concluindo, disse desejar que “no Jubileu da Misericórdia, as famílias redescubram o tesouro do perdão recíproco. Rezemos para que as famílias sejam sempre mais capazes de viver e construir caminhos concretos de reconciliação, aonde ninguém se sinta abandonado no peso de suas ofensas”.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

REUNIÃO DO CRP

O Conselho Regional de Pastoral da Região Lapa, esteve reunido no último sábado na parte da manhã na Paróquia Mãe dos Pobres no Butantã para a segunda fase da Assembleia Paroquial. 
Além de rever as pistas de ação para 2016, D. Julio Endi Akamine, SAC apresentou 3 projetos de pastoral a partir das sugestões dadas na primeira fase da Assembleia. 
Num segundo momento, Pe. Júlio Cesar de Mello Almo, SJC apresentou uma síntese sobre a Bula de proclamação do Jubileu da Misericórdia do Papa Francisco e da Carta Pastoral de Dom Odilo Pedro Scherer sobre o Ano da Misericórdia. 




terça-feira, 3 de novembro de 2015

DNJ



Em nossa Arquidiocese, o DNJ será celebrado no dia 8 de novembro (domingo), das 12h às 18h, com a seguinte programação e locais:

12h: Concentração da juventude da Arquidiocese na Paróquia de Sant ́Anna (Rua Voluntários da Pátria, 2060);

13h: Celebração Eucarística presidida pelo Cardeal Odilo Pedro Scherer

Após a missa, haverá caminhada até o Parque da Juventude, na estação Carandiru do Metrô, para uma tarde de atividades para toda a juventude.

O Setor Juventude preparando um momento de apresentações artísticas em que cada expressão juvenil tem a oportunidade de enriquecer a todos nós com sua expressão de arte seja ela música, teatro, dança, poesia... todos são bem-vindos.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

MISSA DE FINADOS



MISSA DE FINADOS: 

19h30



SOLENIDADE DE FINADOS




Um dia após a Solenidade de Todos os Santos, a Igreja celebra a Comemoração dos fiéis defuntos.

A data teve origem no início do século XX, durante a primeira guerra mundial, quando o papa Bento XV concedeu a todos os sacerdotes a faculdade de celebrar três missas neste dia. Por isso a liturgia do dia contém três Missas diferentes.

Devemos evitar o nome Finados, pois se origina do latim fine+ar - acabar, findar (1) – usada pelos pagãos que creem na morte como o fim de tudo.

Após celebrar a Igreja Triunfante, lembramo-nos dos fiéis defuntos, aqueles que, marcados com o sinal da fé, partiram deste mundo e esperam a purificação total para entrarem na glória de Deus – a Igreja Padecente.

Na ressurreição, Cristo venceu a morte, então por que devemos temê-la? Como podemos nos unir a Cristo, senão pela morte do corpo?

Por isso São Paulo diz, na carta aos Filipenses: "Para mim, viver é Cristo, e morrer é lucro." (Fl 1,21). Portanto, este é um dia em que devemos nos lembrar de nossos entes queridos com saudade, não com tristeza, pois a morte, para o cristão, deve significar a passagem para a vida eterna com Deus.

De acordo com o Missal Cotidiano, devemos rezar constantemente pelos nossos irmãos falecidos, pois “subsiste no homem, mesmo quando morre em estado de graça, muita imperfeição, muita coisa a ser mudada, purificada do antigo egoísmo” (2).

A liturgia das três missas, toda voltada à intercessão pelos mortos, lembra a ressurreição e a vida eterna como recompensa àqueles que creem e seguem os ensinamentos de Cristo.

Na terceira Missa, a oração depois da comunhão, suplica: “Ó Deus, pela Eucaristia que celebramos, derramai vossa misericórdia sobre os Vossos filhos e filhas falecidos; e aos que destes a graça do batismo, concedei-lhes a plenitude da alegria eterna”.

Que neste dia, por intercessão da Virgem de Fátima, a misericórdia de Deus leve ao céu todos os nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da vida eterna.

Por Andrea Cammarota

domingo, 1 de novembro de 2015

PALAVRA DE DEUS NO DOMINGO




Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 5,1-12a


Naquele tempo:
1Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se.
Os discípulos aproximaram-se,
2e Jesus começou a ensiná-los:
3'Bem-aventurados os pobres em espírito,
porque deles é o Reino dos Céus.
4Bem-aventurados os aflitos,
porque serão consolados.
5Bem-aventurados os mansos,
porque possuirão a terra.
6Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,
porque serão saciados.
7Bem-aventurados os misericordiosos,
porque alcançarão misericórdia.
8Bem-aventurados os puros de coração,
porque verão a Deus.
9Bem-aventurados os que promovem a paz,
porque serão chamados filhos de Deus.
10Bem-aventurados os que são perseguidos
por causa da justiça,
porque deles é o Reino dos Céus.
11Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem
e perseguirem, e mentindo,
disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim.
12aAlegrai-vos e exultai,
porque será grande a vossa recompensa nos céus.
Palavra da Salvação.