sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2015

Ó Pai, alegria e esperança de vosso povo,
vós conduzis a Igreja, servidora da vida,
nos caminhos da história.
A exemplo de Jesus Cristo e ouvindo sua palavra
que chama à conversão,
seja vossa Igreja testemunha viva de fraternidade
e de liberdade, de justiça e de paz.
Enviai o vosso Espírito da Verdade
para que a sociedade se abra
à aurora de um mundo justo e solidário,
sinal do Reino que há de vir.
Por Cristo Senhor nosso.
Amém!


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

CARDEAL SE REÚNE COM O CLERO ARQUIDIOCESANO

O cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano, se encontrou na manhã da desta quinta-feira, 19, no Colégio Agostiniano Mendel, no Teatro Fernando Torres, com cerca de 400 sacerdotes, no Encontro Anual do Arcebispo com o Clero.



Este Encontro marcou o início do Ano Pastoral de 2015 na Arquidiocese de São Paulo.
Dom Odilo saudou os bispos auxiliares, padres, neo-sacerdotes, diáconos permanentes e transitórios, os recém-chegados à Arquidiocese designados para alguma função, e os muitos religiosos, que atuam em paróquias.


O arcebispo de São Paulo destacou que o ano de 2014 foi marcado por grandes momentos na Arquidiocese principalmente pela nomeação de dois novos Bispos para a Arquidiocese.
Todos foram lembrados para que acompanhem e participem das celebrações programadas para este ano.



Dom Odilo falou da sua participação no Consistório em Roma e sobre a preparação do Sínodo da Família em Outubro, recomendou que todos os padres participem do Curso de aprofundamento teológico em Agosto cujo tema refletido será sobre a presença de Deus nas cidades.

Depois Padre Michelino Roberto falou sobre o jornal O São Paulo, da nova proposta de distribuição nas paróquias e Padre Vitório falou sobre a Revista editada com a participação da Chancelaria que descreve os Atos da Cúria.

Seguiu a apresentação do novo portal da Arquidiocese e a Campanha da Fraternidade 2015.

SECRETÁRIO GERAL DA CNBB FALA SORE A CF 2015

Neste ano, são comemorados os 50 anos do encerramento do Concílio Vaticano II, um dos eventos mais marcantes da Igreja no século XX. A reunião episcopal foi realizada de outubro de 1962 a outubro de 1965. No Brasil, eventos para celebrar o cinqüentenário vêm sendo realizados no último triênio. Para 2015, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) propõe uma reflexão mais ampla sobre o Concílio, por meio da Campanha da Fraternidade (CF), que será aberta oficialmente, em âmbito nacional, na Quarta-Feira de Cinzas, 18 de fevereiro, às 10h45, com transmissão ao vivo pelas emissoras católicas de rádio e televisão.  O tema “Fraternidade: Igreja e sociedade” e o lema “Eu vim para servir” abordam a relação entre a Igreja e a sociedade à luz da fé cristã e dos documentos do Concílio Vaticano II. 
De acordo com o bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, o tema é bastante aberto e provoca uma “debate sobre a participação e atuação dos cristãos na vida social”.
O objetivo almejado pela CF 2015 é aprofundar, a partir do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II, como serviço ao povo brasileiro, para a edificação do Reino de Deus.
A Campanha também quer fazer memória ao caminho percorrido pela Igreja com a sociedade, para identificar e compreender os principais desafios da atualidade; apresentar os valores espirituais do Reino de Deus e da Doutrina Social da Igreja; apontar as questões desafiadoras na evangelização da sociedade e estabelecer parâmetros e indicadores para a ação pastoral; aprofundar a compreensão da dignidade da pessoa, da integridade da criação, da cultura da paz, do espírito e do diálogo inter-religioso e intercultural, para superar as relações desumanas e violentas.
Além disso, a Campanha propõe ainda buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de levar a Boa Nova a cada pessoa, cada família; atuar profeticamente, com base na evangélica opção preferencial pelos pobres, para um desenvolvimento integral da pessoa e a construção de uma sociedade justa e solidária.
Documentos que inspiraram a CF
A CF 2015 parte de dois pressupostos fundamentais para a vida cristã, também centrais no Concílio Vaticano II: a auto-compreensão da própria Igreja; e as implicações da fé cristã para o convívio social e para a presença da Igreja no mundo. O papa Paulo VI havia expressado isso em duas perguntas feitas na abertura da segunda sessão do Concílio: Igreja, que dizes de ti mesma? Igreja, dizei qual é a tua missão?

A proposta desta edição é baseada nas reflexões sugeridas pela Constituição Dogmática Lumen Gentium e na Constituição Pastoral Gaudium et Spes, que tratam da missão da Igreja no mundo.
Conforme dom Leonardo, os presidentes das comissões pastorais da CNBB acharam muito importante ter uma campanha que abordasse esses dois documentos para estabelecer, portanto, uma reflexão entre a sociedade e a Igreja. “Essa Campanha procura lembrar que a Igreja está a serviço das pessoas, ela não quer privilégios. Até porque a Igreja é mais do que uma estrutura, ela é cada cristão, cada batizado, que está inserido na sociedade por meio do trabalho, das instituições e diversas ações. Queremos refletir essa presença da Igreja na sociedade”, destaca o bispo.
O documento conciliar Lumen Gentium (A luz dos povos) revela a auto-compreensão da Igreja, formada por todos os que aderem a Cristo pela fé no Evangelho e pelo batismo. Assim, mais do que uma instituição juridicamente estruturada, a Igreja é um imenso “povo de Deus”, presente entre os povos e nações de todo o mundo, não se sobrepondo, mas inserindo-se neles. 
A partir dessa visão, a Igreja passa a superar uma das grandes questões assumidas pelo Concílio, a visão dicotômica Igreja-mundo. Isto se desdobra no esforço da Igreja para abrir-se ao diálogo com o mundo; de estabelecer uma relação com as realidades humanas; acolher o novo e o bem; partilhar as próprias convicções; contribuindo para o bem comum e colocando-se a serviço do mundo.
Essa nova postura é expressa na Constituição Pastoral Gaudium et Spes (A alegria e a esperança), aprovada e promulgada em 1965, por Paulo VI, às vésperas do encerramento do Concílio. Neste texto aparece a visão cristã sobre o mundo e o homem, sua dignidade, existência e vocação, e ainda reflete sobre a comunidade humana e as relações sociais, o sentido do trabalho e da cultura e sobre a participação da Igreja enquanto povo de Deus inserido na sociedade, na promoção do bem de toda a comunidade humana.
Em seus pronunciamentos, o papa Francisco recorda sobre a importância da Igreja estar a serviço de seu povo. Fala de uma Igreja em saída, comunidade samaritana, e afirma que a Igreja não pode se omitir, nem abster de dar sua contribuição para a reta ordem ética, social, econômica e política da sociedade.

A Campanha da Fraternidade retoma então essas reflexões do Concílio, para propô-las novamente, no contexto brasileiro, durante o ano de 2015, especialmente no período quaresmal de preparação para a Páscoa.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

FALECEU O PADRE FRANÇA, DA SOCIEDADE JOSELEITOS DE CRISTO

Faleceu aos 60 anos, na madrugada de segunda-feira,16, na cidade de Taubaté, interior paulista, o Padre Francisco Gonçalves de Souza, popularmente conhecido por Padre França. O sacerdote estava internado em Taubaté, para tratamento de um câncer de próstata, doença que o levou a morte.


Natural de Missão Velha – CE, chegou em Quijingue no ano de 1982 onde atuou como Diretor de Colégios dos Joseleitos e Pároco da Paróquia São João Batista por 26 anos. Dinâmico diretor   e pastor, promoveu eventos sociais, cívicos, culturais, esportivos e religiosos, sobretudo. Além de presidente da Liga Desportiva Quijinguense de Futebol, implantou cursos profissionalizantes de nível médio, criou a Fundação Padre França (Emissora de Rádio Comunitária), entre outros. Pelos bons serviços prestados à comunidade foi agraciado com o título honorífico de ‘Cidadão Quijinguense’ concedido pela Câmara Municipal de Vereadores. Padre França dedicou seu sacerdócio à educação e de modo especial, ao trabalho com a juventude. Utilizou-se da música para evangelizar, deixando alguns cds gravados.


Nas primeiras horas do dia 16, o corpo do Padre França foi velado na Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Quiririm (Taubaté – SP), onde exerceu o seu ministério por algum tempo, depois de ser transferido de Campos do Jordão.
Às 9h, o Vice-Diretor Geral da Sociedade Joseleitos de Cristo, Pe. Júlio Cesar de Mello Almo, sjc, presidiu a primeira missa de corpo presente, que contou com a presença de dezenas de fiéis de Taubaté, Campos do Jordão e São Paulo, seminaristas joseleitos da Filosofia e da Teologia, Irmãs do Divino Mestre que residem em Cruzeiro – SP e seminaristas Mercedários. Concelebraram a Eucaristia, 10 sacerdotes joseleitos, um sacerdote da Diocese  e um Diácono Permanente da Diocese de Taubaté.


Missa de Corpo Presente em Taubaté - SP



Após a missa, o Corpo seguiu para o Aeroporto de Guarulhos em direção à Salvador, onde os Padres Joseleitos da Casa Geral o aguardavam. De lá, o corpo prosseguiu para Quijingue – BA, onde Pe. França exerceu 26 anos do seu ministério.

Matriz da Paróquia S. João Batista - Quijingue - BA

Por volta das 4h da terça-feira o corpo do Padre França foi recebido por uma multidão de fiéis na Igreja de São João Batista onde foi velado e a segunda missa de corpo presente foi celebrada. Em seguida, foi levado para a cidade de Tucano, onde foi  velado no Seminário São José (Casa Mãe da Sociedade Joseleitos de Cristo), até as 15h30.


Seminário São José - Tucano - BA


Às 16 horas foi celebrada a última missa de corpo presente, presidida pelo Diretor Geral da Sociedade Joseleitos de Cristo, Pe. Francisco de Barros Barbosa e concelebrada por inúmeros sacerdotes. Após a missa, o cortejo retornou para o Seminário São José, onde às 17h30 foi sepultado na Capela mortuária Nossa Senhora das Graças, localizada no Seminário. 

A QUARESMA COMEÇOU

Iniciamos hoje um novo tempo litúrgico: A Quaresma. 
A Quaresma é um tempo de graça, um verdadeiro Kairós, tempo da manifestação de Deus. Este tempo tem como característica duas realidades muito importantes: 
1. Olhar para Jesus; 
2. Conversão.


Neste tempo, somos levados pela Igreja a seguir Jesus em seus últimos momentos de vida para – junto com Ele – aprendermos o que é o amor e a misericórdia. Por diversas vezes, o Senhor vai se revelando como o rosto misericordioso do Pai, assumindo até as últimas conseqüências a vontade do Pai, que é salvar a cada filho. É um caminho de “subida”, não só para Jerusalém, mas até o mais alto grau do amor que se concretiza na cruz.
Jesus, muitas vezes, vai anunciar sua Paixão dizendo que o Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado e morto, mas no terceiro dia ressuscitará. Vemos nesses anúncios também o desejo do Senhor de se entregar. Está aí a sua disposição em dar até a própria vida em nosso resgate. Ele não somente falou a respeito do amor que se revela ao dar a vida pelos amigos, mas o fez em sua própria vida. Assim, tornou-se o exemplo mais sublime que devemos seguir para realmente sermos felizes.
Quaresma é também conversão, revisão de vida e mudança de atitude. Tudo concorre para isso nesse período: a liturgia, os cânticos, as orações. É tempo de olhar para tudo o que temos vivido e como temos vivido: nossos relacionamentos em casa, no trabalho, na escola, nosso relacionamento com Deus. Será que Ele tem sido o nosso tudo? Nossa relação com Ele é de confiança, de intimidade e amor?
Quaresma é tempo do perdão. O profeta Isaías nos diz no capítulo 30, 18: “Em vista disso, o Senhor espera a hora de vos perdoar. Ele toma a iniciativa de mostrar-vos compaixão, pois o Senhor é um Deus justo – felizes os que nele esperam”.


É um tempo de grande graça. É o Senhor quem toma a iniciativa de nos mostrar compaixão. Em nossas paróquias, além do tempo normal de confissões, temos os mutirões de confissão, celebrações penitenciais. Tudo se torna propício para nossa conversão. Por isso, não podemos perder tempo.
Algumas atitudes nossas podem nos ajudar a mergulhar fundo nessa graça. Por exemplo:
– Aproveite esse tempo para silenciar um pouco, criar um clima de interioridade, evitando músicas muito altas em casa, no quarto; valorizando as que nos levam a uma maior reflexão e oração.
– Separe um tempo do dia para a oração pessoal. Crie em sua casa ou no seu quarto um pequeno altar, ali coloque um crucifixo, uma vela, a Bíblia aberta, para que o ambiente seja convidativo à oração.
– Nas sextas-feiras, se for possível, medite as estações da Via-Sacra. Isso o ajudará a mergulhar no mistério da Paixão do Senhor. Em nossa paróquia, teremos a Via-Sacra na Igreja todas as sextas às 19h30
– Durante o tempo quaresmal se proponha a também fazer obras de misericórdia. Por exemplo: visitar um doente, visitar um asilo, levar alguma ajuda concreta a uma família mais carente, como roupas que você já não esteja usando ou alimentos. Tudo isso gerará em seu coração um sentimento de alegria por poder fazer algo de bom a alguém.
– Quaresma é tempo de perdoar e de pedir perdão. Se você tem alguém, a quem precisa perdoar, peça a Deus a graça de conceder esse perdão e se foi você que feriu esse alguém, dê o passo em direção à pessoa e peça perdão. É tempo de reconstruir as pontes de reconciliação.
A confissão é fundamental nesse tempo, não deixe para a última hora, procure o sacerdote no decorrer da Quaresma para que, auxiliado pela graça desse sacramento, você colha todos os frutos deste tempo.

A Quaresma é entendida como um grande retiro, um retiro de 40 dias, no qual nos voltamos de coração sincero para o Senhor e d’Ele recebemos uma nova vida. 
O importante é que eu e você tomemos consciência de tudo o que o Senhor deseja realizar em nossas vidas e nos esforcemos para não deixar a graça passar.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Iniciamos amanhã, com a celebração da quarta-feira de cinzas um novo tempo litúrgico: a Quaresma. 



A Quarta-feira de Cinzas na Igreja é um momento especial porque nos introduz precisamente no mistério quaresmal.
Uma das frases – no momentio da imposição das cinzas – serve de lembrete para nós: ‘Lembra-te que do pó viestes e ao pó, hás de retornar.’ A cinza quer demonstrar justamente isso; viemos do pó, viemos da cinza e voltaremos para lá, mas, precisamos estar com os nossos corações preparados, com a nossa alma preparada para Deus.
A Quarta-feira de Cinzas leva-nos a visualizar a Quaresma, exatamente para que busquemos a conversão, busquemos o Senhor. A liturgia do tempo quaresmal mostra-nos a esmola, a oração e o jejum como o princípios da Quaresma.
A própria Quarta-feira de Cinzas nos coloca dentro do mistério. É um tempo de muita conversão, de muita oração, de arrependimento, um tempo de voltarmos para Deus.
Eu gosto muito de um texto do livro das Crônicas que diz: “Se meu povo, sobre o qual foi invocado o meu nome, se humilhar, se procurar minha face para orar, se renunciar ao seu mau procedimento, escutarei do alto dos céus e sanarei sua terra” (II Cr 7, 14).
A Quaresma é tempo conversão, tempo de silêncio, de penitência, de jejum e de oração.
Eu pergunto para Deus: Senhor, que queres que eu faça? – mesma pergunta de São Francisco diante do crucifixo. Mas, geralmente, a minha penitência é ofertar algo de que eu gosto muito para Deus neste tempo quaresmal. Você, que fuma, por exemplo, deixe de fazê-lo na Quaresma. Tenho certeza de que após esse tempo quaresmal Deus o libertará do vício do cigarro. Você, que bebe, não beba, permitindo que o próprio Deus o leve à conversão pela penitência que você está fazendo. Talvez você precise fazer penitência da língua, da fofoca. Escolha uma coisa concreta e não algo que, de tão abstrato, não vai levá-lo a nada. Faça penitência de novela, você que as assiste. Tem de ser algo que o leve à conversão.
O Espírito Santo o levará à penitência que você precisa fazer nesta Quaresma.



PARTICIPE DA MISSA DE CINZAS EM NOSSA PARÓQUIA: 

18 de fevereiro às 19h30

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

A FOLIA E OS VALORES CRISTÃOS

Dom Roberto Francisco Ferreria Paz
Bispo de Campos (RJ) 


É carnaval e "fica sempre para o fiel cristão o desafio e as possibilidades diante deste evento tão marcante para a cultura brasileira. Uns se preparam para um momento de recolhimento nos chamados retiros de Carnaval ou Rebanhões, aprofundarão a oração e através do louvor e da intercessão renovarão a sua vida espiritual.
 Outros menos avisados entrarão de cheio na mística de diversão, pensando que no Carnaval há férias para tudo, e como estava escrito nas cartografias da Renascença não existe pecado debaixo do Trópico. Assim seria lícito cometer toda espécie de exageros e desvios contra a vida e a família. Parece que não haveria outra opção para bem viver o Carnaval como tempo de alegria e festa, embora muito contaminada pelo hedonismo e os apelos para uma sexualidade desenfreada. É pena termos esquecido a origem desta palavra: " a carne vale", para expressar que este tempo que antecipava a Quaresma não era preciso fazer abstinência de comer carne, e todo o povo participava celebrando a paixão e a alegria de viver, valores profundamente evangélicos.
O homem e a mulher bíblica tinham uma dimensão marcadamente festiva como prova a festa do Purim, que celebrava a salvação do povo pela atuação da Rainha Éster. Hoje também é possível como o Rei Davi e João Batista no ventre materno pular com alegria, testemunhando o rosto amável, luminoso e belo do Bom Deus que nos chama a plenitude e a viver com inteireza a condição de filhos amados e sempre acompanhados por sua Presença.

Está faltando às vezes para os cristãos a vivência e a prática de uma verdadeira espiritualidade da alegria, que condiga desvelar e mostrar em quem acreditamos: o Deus da Paz e da Alegria. Uma espiritualidade capaz de apontar no Carnaval onde se encontram a beleza, a completude e a verdadeira festa, partilhando com os carnavalescos, a ginga, os enredos que enobrecem o ser humano, e a espontaneidade generosa e solidária de quem se diverte não prejudicando a saúde nem a felicidade do irmão, mas busca plenificar estes instantes com esperança e desejo da Festa sem fim. Deus seja louvado!"