domingo, 15 de fevereiro de 2015

PALAVRA DE DEUS NO DOMINGO

 Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 1,40-45


Naquele tempo:
40Um leproso chegou perto de Jesus,
e de joelhos pediu:
'Se queres tens o poder de curar-me'.
41Jesus, cheio de compaixão,
estendeu a mão, tocou nele, e disse:
'Eu quero: fica curado!'
42No mesmo instante a lepra desapareceu
e ele ficou curado.
43Então Jesus o mandou logo embora,
44falando com firmeza:
'Não contes nada disso a ninguém!
Vai, mostra-te ao sacerdote
e oferece, pela tua purificação, o que Moisés ordenou,
como prova para eles!'
45Ele foi e começou a contar
e a divulgar muito o fato.
Por isso Jesus não podia mais
entrar publicamente numa cidade:
ficava fora, em lugares desertos.
E de toda parte vinham procurá-lo.
Palavra da Salvação.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

PASTORAL LITÚRGICA

No dia 07 de fevereiro, as Equipes de celebração da paróquia estiveram reunidas para estudo das instruções acerca dos espaços litúrgicos e para iniciar os preparativos para a Semana Santa deste ano. 





sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

DIRETÓRIO SOBRE HOMILIAS

A Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos (CCDDS), apresentou na terça-feira, 10, um novo diretório para ajudar sacerdotes e seminaristas a prepararem as suas homilias, pedindo que estas evitem a improvisação.
“A homilia não pode ser improvisada, é preciso que quem a pronuncia saiba e reavive em si sem cessar a consciência do que a Igreja lhe pede”, declarou, em coletiva de imprensa, Dom Arthur Roche, secretário da Congregação.
O diretório homilético pretende fornecer um conjunto de “linhas mestras” que ajudem a inspirar quer os membros do clero quer os futuros padres para o desempenho da sua missão.
Nesse sentido, recomenda que a homilia seja preparada com estudo, não seja demasiado longa e se mostre atenta à atualidade e à vida da comunidade concreta em que é pronunciada.
Articulado em duas partes, o documento debruça-se sobre “a natureza, a função e o contexto peculiar da homilia”, ao mesmo tempo que enuncia “as coordenadas metodológicas e de conteúdo que o sacerdote deve conhecer” e “levar em consideração ao preparar e pronunciar a homilia”.
A obra vai ao encontro da preocupação manifestada pelo Papa Francisco acerca desta matéria, na sua exortação apostólica ‘A alegria do Evangelho’, na qual refere que “a pregação dentro da liturgia requer uma séria avaliação por parte dos pastores”.
O prefeito da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos, disse aos jornalistas que a homilia exige “formação espiritual”, que vai além da “eloquência” ou da “técnica”, porque é preciso falar “daquilo que se vive”.
O Bispo admitiu que, em relação à duração das homilias, há diferenças culturais, porque 10 ou 15 minutos de intervenção na Europa podem ser “muito” e na África podem ser insuficientes, embora o diretório proponha como orientação de base uma maior brevidade.
A homilia, que acontece durante a Missa, após a proclamação do Evangelho, está reservada aos “ministros ordenados” (bispos, sacerdotes e diáconos), como um “serviço litúrgico”, segundo “a fé da Igreja e não de forma pessoal”.

Após o Sínodo dos Bispos de 2008, dedicado à Palavra de Deus, o Papa Bento XVI sublinhou a necessidade de melhorar a qualidade das homilias, uma preocupação retomada por Francisco, seu sucessor.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA SAGRADA COMUNHÃO

Os Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão estiveram reunidos no dia 05 de fevereiro para um momento de formação. No encontro, refletiram sobre a espiritualidade e a missão do Ministro. 
Foi apresentado Gilmar Giroldi como novo coordenador dos Ministros. Padre Júlio Cesar agradeceu à Mônica Aleixo pelo bonito trabalho dedicado realizado nos últimos 4 anos como coordenadora. 



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

CATEQUESE

Os catequistas estiveram reunidos no dia 04 para planejar as atividades da catequese 2015. 




SE VOCÊ AINDA NÃO INSCREVEU O SEU FILHO NA CATEQUESE INFANTIL OU VOCÊ NA CATEQUESE PARA ADULTOS, PROCURE A SECRETARIA PAROQUIAL. A CATEQUESE SERÁ INICIADA NO DIA 21 DE FEVEREIRO.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

DOM ODILO CELEBRA ANIVERSÁRIO DE ORDENAÇÃO EPISCOPAL

“Agradeço a Deus por mais um ano de ordenação episcopal. Também eu, sinto meu ministério episcopal relacionado com essa missão de irradiar a luz do evangelho”, afirmou o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, na homilia da missa da Festa da Apresentação do Senhor, na Catedral da Sé, na segunda-feira, 2, data em que também comemorou 13 anos de sua ordenação episcopal.
O Arcebispo também refletiu que a festa que recorda a apresentação de Jesus no templo por Maria e José, é associada aos vários simbolismos da luz. Por isso, logo no início da celebração, há uma benção das velas acesas portadas pelos fiéis, que caminharam em procissão até o altar. “A chama da vela lembra Jesus luz do mundo [...]. Jesus, portanto, com seu Evangelho é luz para toda a humanidade”.

Vida consagrada
Dom Odilo ressaltou, ainda, que nesta festa litúrgica a Igreja recorda de maneira especial os religiosos e religiosas consagrados, com quem se reúne nesta tarde, no Convento de São Francisco de Assis, para uma celebração, marcando o Ano da Vida Consagrada, instituído pelo Papa Francisco. 
A missão principal dos consagrados, dos carismas da vida religiosa, é irradiar a luz de Cristo, mais do que por palavras, mas pela própria vida. Neste Ano da Vida Consagrada, o papa convida a todos a valorizar de forma nova a vida consagrada e o seu lugar no mundo”.

Gratidão
No final da celebração, o Padre Luiz Eduardo Baronto, cura da Catedral, saudou o Cardeal em nome da Arquidiocese. “Deus seja bendito por sua vocação, mas, sobretudo, Deus seja bendito pelos frutos de sua vocação [...]. Dom Odilo, tenha certeza do nosso afeto, nossa adesão e de nossa profunda gratidão por seu ministério”, disse. Após a benção, Dom Odilo recebeu os cumprimentos dos fiéis. 

História
Dom Odilo Pedro Scherer nasceu em 21 de setembro de 1949, em Cerro Largo (RS). Foi ordenado sacerdote em 7 de dezembro de 1976 na cidade de Quatro Pontes, Diocese de Toledo (PR). Em 28 de novembro de 2001, o Papa João Paulo II o nomeou bispo auxiliar de São Paulo, sendo ordenado em 2 de fevereiro de 2002, pelo então arcebispo de São Paulo, Cardeal Cláudio Hummes, na Catedral de Toledo.
Ainda como bispo auxiliar de São Paulo, Dom Odilo foi secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), entre os anos de 2003 e 2007.
Em 20 de março 2007, Dom Odilo foi nomeado 7º arcebispo de São Paulo, tomando posse em 29 de abril de 2007. Quando fora nomeado bispo auxiliar, ele já havia manifestado surpresa pelo envio a uma cidade tão cheia de desafios, e revelara que vinha “com muita esperança, embora com muita simplicidade e humildade”.
Logo após a posse como metropolita, Dom Odilo iniciou seu ministério em São Paulo, sendo o anfitrião do Papa Bento XVI, em visita ao Brasil por ocasião da Conferência de Aparecida.

Em 24 de novembro 2007, menos de um ano depois da nomeação arquiepiscopal, Dom Odilo foi criado cardeal

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

VATICANO RECONHECE MARTÍRIO DE DOM OSCAR

O papa Francisco autorizou na manhã do dia 3, a publicação do reconhecimento do martírio do Servo de Deus, dom Oscar Arnolfo Galdámez Romero, arcebispo de El Salvador (América Central). A promulgação do decreto ocorre após 9 anos, e possibilitará o início do processo da causa de beatificação de dom Romero. O postulador da causa é o presidente do Pontifício Conselho para a Família, dom Vincenzo Paglia.
A decisão do papa Francisco foi apresentada durante audiência privada com o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, cardeal Angelo Amato.  Nesta quarta-feira, 4, será realizada coletiva na Sala de Imprensa da Santa Sé, sobre do processo de beatificação de dom Romero, com presença de dom Vincenzo Paglia.
Defensor dos pobres
Natural de Barrios, em São Miguel, dom Oscar Romero nasceu em 15 de agosto de 1917. O arcebispo foi assassinado brutalmente em 24 de março de 1980, por um franco-atirador, durante homilia na capela do hospital do câncer La Divina Providencia, em São Salvador. O arcebispo teve intensa atuação na defesa dos mais pobres e desprotegidos no conflito armado salvadorenho ocorrido no período de 1980 a 1992.

Em 1996, foi apresentado o processo de beatificação de dom Romero pela Congregação para a Causa dos Santos, mas somente em 2006, houve autorização da Congregação para a Doutrina da Fé. Na diocese salvadorenha, o processo em sua fase diocesana iniciou em 1990.