sábado, 12 de outubro de 2013

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

MISSA DE NOSSA SENHORA APARECIDA

Venha celebrar a Solenidade de Nossa Senhora da Conceição Aparecida: Rainha e Padroeira do Brasil.



Dia: 12 de outubro
HORÁRIO: 19 horas
LOCAL: Paróquia Nossa Senhora do Líbano - Jardim Líbano

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

FESTA DAS CRIANÇAS

As crianças da catequese e de toda a paróquia estão convidadas a participar!


FESTA DAS CRIANÇAS

DATA: 12 de outubro
INÍCIO: 12 horas
LOCAL: CDC LÍBANO ( Rua José Queiros dos Santos, 183) 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

PAPA LEMBRA QUE SER CATEQUISTA É UMA VOCAÇÃO


Cerca de mil e seiscentos pessoas entre bispos, catequistas, agentes de pastoral, docentes e especialistas de 51 países participaram, no Vaticano, do Congresso Internacional de Catequese, ocorrido de 26 a 28 de setembro. Do Brasil esteve presente uma delegação com 50 pessoas, entre elas o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética, dom Jacinto Bergmann.
A abertura do encontro foi presidida pelo secretário do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, dom Octavio Ruiz Arenas. Em entrevista à Rádio Vaticana, dom Ruiz explicou que o objetivo do congresso, que teve como tema O catequistas, testemunha da fé, foi “renovar e relançar o desejo de conhecer melhor o Catecismo da Igreja Católica”. Segundo o bispo, os participantes aprofundaram, especialmente, a primeira parte do Catecismo. “Esse Congresso quer assim aprofundar, sobretudo, aquilo que se encontra na primeira parte: todo o mistério da revelação de Deus, oferecido pela verdade que o Senhor nos dá para a salvação e a nossa resposta. Há também a necessidade de transmitir a fé com 'fidelidade'”, disse.
Já o presidente do mesmo Pontifício Conselho, dom Rino Fisichella, falou sobre a catequese no contexto da nova evangelização. Lembrou que, a partir das atuais necessidades, a Igreja é chamada a evangelizar em várias realidades e contextos diferentes, considerando-se a rapidez das informações, o domínio da técnica, o analfabetismo religioso, entre outros. Ressaltou, ainda, que a catequese marca um momento central da História da Igreja. Para o bispo, a catequese não só faz os cristãos, mas ajuda os fiéis a aprofundar a própria identidade.

Papa pede para ‘ser’ catequistas:
Os participantes encontram-se com o papa Francisco, que lhes agradeceu pelo serviço prestado “à Igreja e na Igreja”. Para o papa, “a catequese é um pilar para a educação da fé”.
Lembrou ainda, em seu discurso, que é preciso ser catequista e não trabalhar como catequistas. “Ser catequista, essa é a vocação; não trabalhar como catequista. Vejam bem, não disse 'trabalhar como catequista, mas sê-lo', porque envolve a vida. E assim se conduz ao encontro com Jesus com as palavras e com a vida, com o testemunho", ressaltou.
O pontífice falou também sobre a criatividade. Disse que os catequistas não devem ter medo de sair dos próprios esquemas. “Quando permanecemos fechados em nossos esquemas, nossos grupos, nossas paróquias, nossos movimentos ocorre o que acontece a uma pessoa fechada em seu quarto: adoecemos”, explicou.
Ao final, afirmou que a certeza que deve acompanhar todo catequista é a de Jesus os precede. “Quando pensamos ir longe, a uma periferia extrema, Jesus está lá”, concluiu.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

REUNIÃO DO CRP DA REGIÃO LAPA






Na manhã do sábado, dia 28 de setembro,  na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, aconteceu a penúltima reunião do ano, do Conselho Regional de Pastoral (CRP). A reunião foi presidida por D. Julio e contou com a presença dos padres e representantes dos Conselhos de Pastoral de todas as Paróquias da Região Lapa. 
Nossa Paróquia foi representada pelo Padre Júlio Cesar, e por Mônica, Betânia e Cida. 


domingo, 6 de outubro de 2013

OUTUBRO, MÊS MISSIONÁRIO


Dom Murilo Krieger
Arcebispo de Salvador (BA)



Corinto era uma importante e próspera cidade marítima grega, onde se cruzavam negociantes do Oriente e do Ocidente. A cidade tinha péssima fama, pois nela havia um templo dedicado à deusa Afrodite, cultuada pela prática da prostituição. Percebendo a importância dessa cidade para a expansão do Evangelho, o apóstolo Paulo a visitou no ano 50 ou 51, em sua segunda viagem apostólica. Fundou ali uma comunidade, passando a se corresponder com ela.
Estudiosos da Bíblia concluíram que ele provavelmente tenha escrito cinco cartas para os coríntios, das quais conhecemos apenas duas. Dadas as suas novas convicções, Paulo não era bem aceito pelos judeus que ali viviam; eles não aceitavam o fato de o apóstolo não valorizar a observância de práticas legalistas e não dar destaque à sua origem judaica. Como a comunidade que ele ali formara enfrentava muitos desafios, Paulo escrevia-lhe para defendê-la, animá-la e também adverti-la quanto a algum deslize. Além disso, procurava justificar sua pregação, esclarecendo que não agia levado por algum interesse próprio, mas unicamente impulsionado pelo amor de Cristo (cf. 2Cor 5,14).
Há os que se perguntam: quando Paulo se referia ao amor de Cristo, afirmando que se sentia impulsionado por ele, referia-se ao seu amor por Cristo ou ao amor de Cristo por ele? É preciso entender sua afirmação nos dois sentidos, uma vez que o amor de Jesus por ele gerava seu amor por Cristo. O amor de Deus é sempre o ponto inicial: Ele não nos ama porque somos bons; nos ama porque ele é bom e é próprio do amor expandir-se. Nosso amor por Deus e pelo próximo é uma resposta a esse amor. Em outras palavras: nós amamos com o amor que Cristo coloca em nosso coração. Esse amor nos pressiona, nos compele, nos impele, nos estimula a amar, dando origem a gestos de doação para com amigos e conhecidos, para com desconhecidos e necessitados. Ao seguir Jesus descobrimos que é o rosto de Cristo que está presente no rosto de cada pessoa. Tendo feito a experiência do amor de Cristo por ele (“Ele me amou e se entregou por mim” – Gl 2,20), Paulo sentia necessidade irresistível de levar a outros a experiência que ele próprio havia feito, a ponto de exclamar: “Ai de mim se eu não anunciar o evangelho” (1Cor 9,16). Diante da urgência da missão evangelizadora, ele aceitava enfrentar prisões e perseguições, fome, nudez e calúnias. Para ele, o importante era que Cristo fosse conhecido, amado e seguido.
É pedida aos cristãos de hoje a coragem de Paulo, mesmo porque surgiram no mundo novos “areópagos” (cf. At 17,19) – isto é, ambientes hostis ao Evangelho, onde Cristo está particularmente ausente. Pensemos, por exemplo, no mundo das comunicações, no da cultura e no das pesquisas científicas, no ambiente das universidades e das relações internacionais... Esses, e muitos outros ambientes, precisam ser iluminados pela luz do Evangelho.
Cristo nos dê, pois, um coração cheio de ardor apostólico, capaz de evangelizar com novos métodos. É necessário empregarmos nossa imaginação e criatividade para que o Evangelho chegue a todos, numa linguagem que atinja o homem moderno. Em outras palavras, cabe-nos anunciar Jesus Cristo e convidar o povo a converter-se; formar comunidades que escutem a Palavra de Deus e estejam unidas na oração e na Eucaristia; cabe-nos, também, lembrar a todos que a evangelização é tanto um compromisso pessoal, já que somos batizados, como comunitário: “Nisto conhecerão todos que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” (Jo 13,35).
“Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho!” (1Cor 9,16). Paulo tinha convicção de que Cristo é o único salvador de todos; o único capaz de nos revelar e de nos conduzir a Deus. Tinha consciência, também, de que nele o Pai se revelou de forma definitiva, deu-se a conhecer de modo pleno, disse à humanidade quem é e o que deseja de nós. Por isso, anunciá-lo era a razão de ser de sua vida. Não deve ser essa, também, a razão de ser da nossa vida, já que somos os atuais discípulos missionários?...

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

MARCADA A CANONIZAÇÃO DE JOÃO XXIII E JOÃO PAULO II


Os papas João Paulo II e João XXIII serão canonizados no segundo Domingo da Páscoa do ano que vem, no dia 27 de abril de 2014, o Domingo da Divina Misericórdia. O anúncio foi feito na manhã de segunda-feira (30/9), após a realização de um Consistório ordinário público presidido pelo papa Francisco.
O papa reconheceu oficialmente o segundo milagre de João Paulo II,  em julho, depois de ter recebido o parecer favorável da Congregação para as Causas dos Santos. No mesmo dia, o Santo Padre aprovou a canonização de João XXIII, morto há 50 anos, após ter recebido o parecer favorável da Congregação para as Causas dos Santos dispensando o reconhecimento de um novo milagre.

João Paulo 2º foi proclamado beato por Bento XVI, no dia 1º de maio de 2011, na praça de São Pedro. A Igreja celebra a memória litúrgica de João Paulo II,  no dia 22 de outubro, data do início de pontificado de Karol Wojtyla, em 1978, pouco depois de ter sido eleito papa.
Já João 23 foi declarado beato pelo papa João Paulo II, no dia 3 de setembro de 2000. A sua celebração litúrgica tem lugar no dia 11 de Outubro, data da abertura do Concílio Vaticano 2º, que foi convocado por ele.
O último Consistório público ordinário tinha acontecido no dia 11 de fevereiro, durante o qual Bento XVI, apresentou sua renúncia ao pontificado.