segunda-feira, 23 de setembro de 2013

ENCONTRO COM AS FAMÍLIAS

Aconteceu na noite de sábado, uma reunião com todas as famílias da Paróquia que recebem a Capela da Mãe Rainha. 
O Encontro foi coordenado pelo Padre Júlio Cesar e pela Cleide, coordenadora do Movimento na Paróquia. 
Após a oração inicial conduzida pela Cleide, Padre Júlio Cesar falou sobre a importância do Movimento e da visita da Capela da Mãe Rainha aos lares da Paróquia. Atualmente, nossa paróquia conta com 06 capelas que visitam cerca de 180 famílias. 
As famílias tiveram também a oportunidade de partilhar os frutos do Movimento e da visita da Capela em seus lares. 
Essa primeira reunião foi encerrada com a celebração da Santa Missa. 


Cleide, Coordenadora Paroquial




História da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt
Um dos mais belos frutos da grande árvore de Schoenstatt
A Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt faz parte da Obra Internacional de Schoenstatt, fundada pelo Pe. José Kentenich em 18 de outubro de 1914, em Schoenstatt, na Alemanha. Pe. José Kentenich expressa seu desejo que a Imagem de graças da Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt tenha um lugar de honra nos lares. Ele escreve em Santa Maria/RS:
“Levem a Imagem da Mãe de Deus e dêem um lugar de honra nos lares, assim eles hão de se tornar pequenos Santuários nos quais a Imagem de graças se manifestará, operando milagres de graças, criando uma Santa Terra das Famílias e formando santos membros da família…” (15 de abril de 1948).

Um instrumento disponível para servir
Em 1950, o Sr. João Luiz Pozzobon, dono de um pequeno comércio, pai de sete filhos e católico fervoroso participa de um grupo de homens, no início do Movimento Apostólico de Schoenstatt, em Santa Maria (RS/1947). Recebe a formação schoenstattiana sob a orientação do Pe. Celestino Trevisan – Pallottino. Assim, pode não só conhecer a espiritualidade de Schoenstatt, mas vivê-la em profundidade.No dia 10 de setembro de 1950, é convidado pela Irmã M. Teresinha Gobbo, do Instituto Secular das Irmãs de Maria de Schoenstatt, -que também dava formação schoenstattiana, especialmente aos ramos femininos e às famílias do Movimento de Schoenstatt – a levar a Imagem da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt para visitar as famílias. Irmã Teresinha entrega-lhe a Imagem, que havia sido benta no Santuário, pelo Pe. Celestino, com as palavras:
“Esta Imagem ficará sob seu cuidado. Não é preciso que reze o terço todas as noites. Apenas deverá cuidar que peregrine de casa em casa”.
Sr. João aceita esse convite. Assume a tarefa de levar a Imagem Peregrina da Mãe e Rainha de Schoenstatt às famílias e exerce esse apostolado durante 35 anos, até a data de seu falecimento em 27 de junho de 1985. Com ela percorre mais de 140.000 Km. Em todos esses anos, não deixa um dia sequer de praticar esse apostolado.
A partir de 1959, a presença de Maria multiplica-se por meio das pequenas Imagens da Mãe peregrina na forma atual, que visitam mensalmente as famílias.

Atento as necessidades dos mais pobres
Com a finalidade de ajudar as famílias mais necessitadas, numa pastoral orgânica e integral, o Sr. João constrói, em Santa Maria, a Vila Nobre da Caridade, ajudando as pessoas mais carentes de recursos a crescerem na fé cristã e na dignidade humana. As famílias permanecem nessas casinhas até conseguirem construir a sua casa própria, para isso o Sr. João as incentiva e conduz.
Numa ermida, que ele ergue no centro da “Vila”, manda gravar as palavras que norteiam seu apostolado: “Viver e ensinar a viver!”

Ampliação Mundial
A partir da visita do Diácono Pozzobon, com a Peregrina, em 1979, ao lugar de Fundação da Obra de Schoenstatt, na Alemanha e em Roma, a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt toma uma dimensão internacional.
Preocupado com o futuro o Sr. João confia em testamento a Peregrina Original, com a qual iniciou a Campanha, ao Instituto das Irmãs de Maria, na pessoa de Ir. M. Teresinha, de quem a recebera há 30 anos.
Hoje a Imagem é guardada com grande cuidado no Centro Mariano (Casa do Movimento de Schoenstatt) em Santa Maria, onde pode ser visitada por todos.
Apoiado e abençoado pelo Fundador de Schoenstatt
Referindo-se a essa bela Campanha, o Pe. José Kentenich, de quem o Sr. João se considerava um aluninho – após abençoar essa iniciativa – assim a classifica:
“Praticamente foi isso que sempre fizemos até agora, por meio do Movimento Apostólico de Schoenstatt: abrir espaços à Mãe de Deus para que Ela opere com as graças do seu Santuário, o abrigo e conforto espirituais, a transformação interior e o ardor apostólico. A Campanha demonstra como são verdadeiras as palavras de São Vicente Pallotti sobre Maria Santíssima: ‘Ela é a grande Missionária; Ela opera milagres de graças’. Trata-se de um autêntico método moderno de Pastoral”.

Uma bênção para as paróquias
A Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt atinge as paróquias e dioceses, as escolas e hospitais, os presídios e bairros. Sua estrutura diocesana permite uma inserção plena à realidade de cada paróquia e diocese. Ela se estende a todos os Estados do Brasil, em muitas dioceses, paróquias e cidades do país.
Portanto, são milhares de coordenadores e missionários a conduzirem essa Campanha, a exercerem esse apostolado, como verdadeiros missionários, numa autêntica campanha de evangelização integrada aos objetivos e projetos de suas dioceses e da CNBB.
Esse método de apostolado, com a Mãe Peregrina de Schoenstatt, propagou-se e é assumido por mais de oitenta países dos cinco Continentes. É uma Campanha a nível internacional, em comunhão com bispos, párocos e leigos.




 Missionárias 


domingo, 22 de setembro de 2013

FORMAÇÃO BÍBLICA

Na tarde de ontem, paroquianos participaram de um curso Bíblico sobre o Evangelho segundo Lucas, ministrado por Cleide Giusti do CEBI (Centro de Estudos Bíblicos) e paroquiana nossa. 






sábado, 21 de setembro de 2013

12 ANOS DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO

O Apostolado da Oração de nossa Paróquia, celebrou ontem os 12 anos de sua fundação. Após a Missa de ação de graças, os membros do Apostolado participaram de uma confraternização no Salão Paroquial. 












O que é o Apostolado da Oração (AO)?

No livro dos estatutos do AO, encontramos esta definição: "O AO constitui a união dos fiéis que, por meio do oferecimento cotidiano de si mesmos, se juntam ao Sacrifício Eucarístico, no qual se exerce continuamente a obra de nossa redenção, e desta forma, pela união vital de Cristo, da qual depende a fecundidade apostólica, colaboram na salvação do mundo".

Em resumo,
O APOSTOLADO DA ORAÇÃO:

• Propõe um caminho rumo à santidade
• A partir do oferecimento diário
• Que transforma nossa vida
• E nos coloca em comunhão universal de preces
• Pela força do Espírito Santo que habita em nossos corações,
• E nos impele a vivenciar os mesmos sentimentos do Coração de Jesus
• Para que, alimentados e modelados por Ele na Eucaristia,
• E reconciliados com Ele pelo sacramento da Reconciliação,
• Possamos colocar-nos plenamente, de coração inteiro, a seu serviço e a serviço da Igreja, a exemplo de Maria, para que seu Reino venha a nós, hoje, amanhã e sempre.

O que é ser um membro do AO?

É ser uma pessoa associada ao AO com o desejo de viver esta espiritualidade.

Quantos associados tem o AO no mundo?

O AO tem aproximadamente 50 milhões de associados no mundo, dos quais 6 a 7 milhões no Brasil.

Em quantos países do mundo o AO está presente?

O AO está presente em 70 países do mundo.

Como funciona, na prática, o AO?

A prática básica é o nosso oferecimento diário ao Pai, nas intenções do Santo Padre, e a colaboração na Missão de Cristo.

História do AO:

O AO está intimamente ligado à ordem dos jesuítas, a Companhia de Jesus. Começou em 1884 em um Colégio dessa ordem na França, onde estudantes de filosofia e teologia estavam ansiosos para fazer algum apostolado. Seu orientador lhes fez ver que enquanto eram estudantes não tinham condições para fazer pregação e outros trabalhos de apostolado direto. O que poderiam fazer era oferecer seus estudos, os sacrifícios voluntários e outros atos de piedade. Dois anos depois, este mesmo padre orientador espiritual publicou um livro chamado O Apostolado da Oração. O livro e a devoção obtiveram a aprovação do superior geral da ordem dos jesuítas, e o próprio papa Pio IX aprovou-os em 1849. Um bom teólogo, padre Gautrelet, SJ, deu o embasamento teológico à devoção ao Sagrado Coração, bem como ao AO, e daí por diante a devoção se propagou rapidamente. Em 1861 começou a circular o Mensageiro do Coração de Jesus, como órgão oficial do AO. Passou a ser publicado em várias línguas, e a associação recebeu estatutos próprios e a aprovação oficial do papa.

A sede da associação está em Roma e o superior geral dos jesuítas é também o superior geral do AO. Ele os dirige por intermédio de um delegado e um secretário-geral.

A ideia central, da qual nasceu o AO, é esta: todos os batizados são chamados a cooperar na edificação do Corpo da Igreja e da comunidade de fé. Nem todos o fazem da mesma maneira (Ef 4,16). Nem todos podem trabalhar diretamente como apóstolos e missionários. Mas todos podem e devem fazê-lo por meio da oração e do sacrifício. São Paulo diz (Cl 1,24) que o cristão deve completar em sua pessoa o que falta à Paixão de Cristo, em favor do Corpo de Cristo, a Igreja. Assim, nossa vida torna-se um sacrifício, uma oblação oferecida com Cristo, em Cristo, para a Glória de Deus e a salvação do próximo.

O AO no Brasil:

O AO começou no Brasil em Itu, São Paulo, em 1871, por iniciativa do padre Bartolomeu Taddei, SJ, considerado o fundador e propagador do AO no Brasil. Antes disto houve um pequeno centro isolado em Pernambuco, em 1867, mas que não teve projeção nacional. Em 1888 havia cerca de trezentos centros de AO pelo Brasil inteiro, com mais de 400 mil membros. Com a difusão do AO houve um despertar intenso para a Sagrada Eucaristia e a vida de fé. Atualmente, o AO continua a crescer em fervor espiritual e apostólico, em todo o território nacional.

Trechos extraídos do livro de Pe. Otmar Jacob Schwengber, SJ, Apostolado da Oraçãoe MEJ em perguntas e respostas, Edições Loyola, 2011














segunda-feira, 16 de setembro de 2013

PEREGRINAÇÃO À CATEDRAL DA SÉ

Animados pelo Ano da Fé, leigos, religiosos, Dom Júlio, Dom Fernando e o clero da Região Episcopal Lapa peregrinaram à Catedral da Sé na tarde do domingo, 15 de setembro, para renovar a fé junto ao cardeal dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano.
Em procissão, caminharam  do Pátio do Colégio até a Catedral, tendo à frente uma cruz demarcada com frases de jovens, além de cartazes e banners das paróquias.
No começo da missa, Dom Odilo apontou que as peregrinações à Catedral no Ano da Fé marcam um testemunho público da fé na cidade e simbolizam a unidade da fé com toda a Igreja. Também lembrou que os participantes da peregrinação poderiam ganhar a indulgência plenária, respeitadas as condições de profissão de fé, arrependimento dos pecados, o sincero propósito de conversão, participação na celebração da Eucaristia, confissão dos pecados e orações nas intenções do papa e da Igreja.
Na homilia, que precedeu a solene renovação da profissão de fé, o Cardeal comentou que é por meio da fé que se alcança a salvação, que o passo de fé é dado em direção a Deus, caminho único que exige perseverança, e que outros que creram anteriormente não foram desiludidos.
“No Ano da Fé, queremos recordar que nós cremos. Cremos com a Igreja e com aqueles que antes de nós creram e já alcançaram o banquete da vida; cremos porque a fé é uma luz para nossa vida, para que nesta vida façamos as escolhas certas e vivamos bem neste mundo e ajudemos a realizar a obra de Deus.”